Mostrando postagens com marcador zumbis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador zumbis. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de agosto de 2015

Hard Rock Zombies (1985) - Tosqueira musical insana [Terça Trash]

Esse filme... ah, esse filme! Transbordando insanidade! Eu realmente nem sei por onde começar. 

Conhecia só de nome, e em "homenagem" ao Dia Mundial do Rock (mas que só no Brasil dão "importância"), resolvi assistir e resenhar. Grata surpresa! Uma das maiores trasheiras envolvendo música que eu já tive o prazer de assistir!

Hard Rock Zombies foi dirigido e escrito por Krishna Shah, indiano vivendo nos EUA, que no início da carreira fez filmes premiados e muito bem falados. Por alguma loucura dele, e pra nossa felicidade, o cara se meteu a fazer cinema cara de pau. Além desse filme aqui, também fez American Drive-In, uma comédia adolescente. No roteiro, teve ajuda de David Allen Ball, em ambos os filmes.

No elenco, a maioria sem uma carreira expressiva. Na verdade, a maioria fez bem pouca coisa. O mais "famoso" entre eles é Phil Fondacaro, o anão que já fez um monte de filmes. Interpretando o vocalista da banda, está E.J. Curse (creditado como E.J. Curcio), que não fez nenhum grande filme, mas é músico, e além de ter a banda Silent Rage (com seu auge, apesar de não muito expressivo, nos anos 80), atualmente é baixista da banda de Gilby Clarke (que tocou no Guns 'n Roses, Rolling Stones, entre outras).

Poster:


Sinopse:
Uma banda de hard rock viaja para uma remota cidade do interior para uma apresentação. Apesar dos estranhos habitantes da cidade, a banda parece não se intimidar e o vocalista se apaixona por uma jovem pacata chamada Cassie. Após a banda ser assassinada por psicopatas, Cassie invoca a banda direto do túmulo para salvá-la.
E o trailer:


O filme é uma mistura de tudo que o diretor pensou em uma tempestade de ideias malucas. Temos uma banda de rock, uma família psicopata, pessoas ultra conversadoras, zumbis toscos, e por aí vai. Tem vezes que o negócio surpreende, mostrando umas figuras ainda mais bizarras que não se sabe o motivo delas estarem presentes.

O andamento não é muito rápido. Mesmo acontecendo um monte de coisa diferente, tem vezes que o filme fica meio parado, chatinho até. Os momentos musicais levam incontáveis minutos. Sério, toda vez que a banda toca uma música, ela toca por inteiro! Mesmo assim, não chega a ser cansativo, temos bobagens acontecendo o tempo todo no filme.


Hard Rock Zombies é daqueles que tem total consciência do que são. Nunca se leva a sério (e nem deveria), conseguindo assim apresentar algumas cenas completamente malucas em meio ao desenrolar da história (que é completamente insana também). Coisas como um anão zumbi atacando uma vaca ou uma velha mulher-lobo (qual seria a palavra pra uma mulher lobisomem?) que ataca com facas.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Dead Meat - O Banquete dos Zumbis (Dead Meat - 2004) - O mal da vaca louca! [Terça Trash]

Eu já vi zumbis surgindo de muitas maneiras diferentes. Muitas mesmo. De vodu (que é pra jacu) até mordida de macaco-rato da Sumatra. E no caminho, uma infinidade de causas. Mas o que eu ainda não tinha visto (apesar de saber da existência), eram os zumbis criados através de uma infecção causada pelo "mal da vaca louca", presentes em Dead Meat - O Banquete dos Zumbis.

O filme irlandês de 2004 usa isso como diferencial. Afinal de contas, ninguém ainda tinha usado a tal doença bovina (que ficou famosa na década de 90, pelo tanto de casos que aconteceram) como estopim para o apocalipse zumbi.

Eu lembro de quando o filme surgiu. Na época, apareceu em algumas locadoras, mas eu nunca me prestei a assistir. Uns amigos viram, e comentavam que era tosqueira das brabas. Acho que por isso acabei nunca vendo ele, até agora. Que arrependimento!

Eu sempre imaginei que esse filme fosse muito ruim, daqueles que tentam ser muito inovadores e nos entendiam. Achei que ia ter vacas monstruosas atacando e coisas assim (não que não tenha, mas pelo menos não abusaram). Pra minha surpresa, assisti um filme sem nada de original (fora a origem dos zumbis), mas que consegue fazer bem o que se propõe. Na verdade, eu senti como se fosse um daqueles filmes de zumbi europeus das décadas de 70 e 80, com roteiro direto (pra não dizer raso), poucos personagens e locações bonitas. O que é bom!

Sinopse:
As portas do inferno parecem se abrir quando uma estranha mutação de vacas loucas passa a contaminar todo o país, transformando pacatos seres humanos em horrendos zumbis que se alimentam de carne humana. É em meio a esse caos que a jovem turista Helena e o coveiro local Desmond deverão lutar pela sobrevivência. Juntos, eles viverão intensos momentos de horror, sempre correndo o risco de ser a principal atração do banquete desses zumbis.
Poster (na verdade, a capa do DVD):


Trailer:



terça-feira, 16 de junho de 2015

Redneck Zombies (1987) - Cachaça sabor zumbi! [Terça Trash]

Se alguém precisa de um porquê pra não encher a cara com trago artesanal feito em um barril de lixo tóxico (e radioativo), Redneck Zombies nos dá um excelente motivo. O filme foi produzido em 1987 (alguns sites datam 1989) pela Full Moon Pictures (que já fez coisas como Evilbong e Gingerdead Man) e teve distribuição da lendária Troma (quem tá aqui, já deve conhecer, e se não conhece, vai atrás AGORA!). Foi todo feito em vídeo (foi filmado em VHS!), sendo o primeiro filme nesse formato distribuído pela produtora.


"Viva rápido, morra jovem e deixe um belo cadáver."


Redneck Zombies é daquele tipo de filme que de tão ruim, chega a ser bom. A história é completamente besta, as atuações são exageradas e caricatas, e muito sangue, tripas, gosma e nojeiras, ou seja, divertido como um filme trash dos bons deve ser!

Resenha:
No interior dos Estados Unidos, um barril de resíduos radioativos, cai de um caminhão do exército na floresta. Alguns caipiras dementes encontram-o e usam como parte de sua destilaria. Todos que bebem do licor produzido por eles se transformam em zumbis.
Poster:

Trailer:


Ficha técnica:
Dirigido por Pericles Lewnes
Produzido por Pericles Lewnes e George Scott
Escrito por Fester Smellman
Argumento por Zoofeet e P. Floyd Piranha
Elenco: Lisa de Haven, W.E. Benson, William W. Decker, James Housley, Austin "Amac" McLaurine, Austin "Sexy Man" Brewer
Orçamento estimado de 10 mil dólares
O filme não tem muita enrolação quanto a história, mas apresenta um monte de cenas só pra "encher linguiça" e aumentar o tempo, mais adiante eu mostro. Mas então vamos ao que interessa, o filme!


terça-feira, 9 de junho de 2015

Maníacos de Neon (Neon Maniacs - 1986) - Nem todo monstro mutante assassino gosta de banho! [Terça Trash]

A tosqueira da semana é o desconhecido Neon Maniacs. Eu, pelo menos, nunca ouvi falar muito dele. É um filme estranho, sem começo, meio nem fim. É um pouco slasher, um pouco filme de monstro, um pouco musical...

"Há 12 motivos para ter medo do escuro. E todos são assassinos."

A sinopse:
No coração de São Francisco, as legiões do mal aguardam sob a ponte Golden Gate. Quando a noite cai, o batalhão da carnificina fica à solta pela cidade, levando terror aos inocentes. Mas quando uma jovem garota chamada Natalie sobrevive a um violento massacre juvenil, ela não consegue convencer ninguém que um exército de "monstros" psicopatas matou seus amigos. Agora assombrada, caçada e tendo problemas na escola, Natalie deve se armar, com ajuda de amigos para uma batalha final contra o horror dos MANÍACOS DE NEON.
O trailer:


E o poster:


Tecnicamente, o filme não é dos piores. Tem algumas cenas legais e tomadas interessantes. Em algumas partes, o clima construído é massa, como quando os monstros vão surgindo da névoa. A maquiagem e efeitos é o ponto forte do filme. Cada um dos monstros tem características próprias, e são bem legais (temos excessões, como mais adiante vou mostrar). As mortes são bem feitinhas (as dos monstros, principalmente).

O roteiro foi escrito por Mark Patrick Carducci, que escreveu também os bons "A Vingança do Diabo (Pumpkinhead)", e "Sepultado Vido (Buried Alive)". O diretor é Joseph Mangine, que trabalhou em vários filmes como diretor de fotografia, como em "Alligator - O Jacaré Gigante" e "A Espada e os Bárbaros". Com isso, até dá pra se esperar algo, principalmente do roteiro, mas...

Mas, entretando, porém, o filme não engrena. O culpado de tudo, na minha opinião, é o roteiro. Ele simplesmente não existe! O filme não tem uma história que se desenrola! Em nenhum momento ficamos sabendo quem ou o que são os monstros, se são pessoas mutantes, crias do capeta, mortos-vivos ou qualquer coisa. Não sabemos de onde eles vem ou desde quando estão lá. Não sabemos o motivo que eles saem matando pessoas, ou porque eles moram em uma ponte, nem porque tem a fraqueza que tem. E qual o motivo deles perseguirem incessantemente as pessoas que sobreviveram a algum ataque ou que viram eles? Eles matam seguidamente? Pelo jeito não, porque a polícia nem ninguém nunca tinha ouvido falar ou visto nenhum. 

terça-feira, 2 de junho de 2015

A Morte (The Dead Next Door - 1989) - Cuidado onde coloca as mãos! [Terça Trash]

Ah, é chegada mais uma vez a hora da tosqueira da semana! Apesar de eu ter escrito semana passada que ia tentar deixar mais enxutas as resenhas, recebi uns feedbacks dizendo que tava legal assim mesmo. Então, vamos ver como a coisa anda.

"Como você mata algo que não morre? Pra onde você corre quando eles estão em todos os lugares?"

Essa semana temos "A Morte", de 1989 ("The Dead Next Door", originalmente). O filme é bem caseiro, foi feito por amantes dos filmes trash de zumbis, com ajuda de um monte de amigos e o financiamento de Sam Raimi (enquanto buscava financiamento para o próprio filme, Evil Dead 2), sob os créditos de "The Master Cylinder"! Aí já ajuda né heheh

Sinopse:
Uma epidemia viral revive os mortos de uma região e a população se transforma em alimento dessas criaturas. Só resta o "Esquadrão Zumbi", liderados pelo bravo Raimi deter os mortos, mas tudo piora quando uma nova religião prega que os zumbis não devem ser exterminados.
Trailer:


Ficha técnica:
Título original: The Dead Next Door
Ano: 1989
País: EUA
Direção: J.R. Bookwalter
Roteiro: J.R. Bookwalter
Produção: "The Master Cylinder" (Sam Raimi), J.R. Bookwalter, Jolie Jackunas, Scott P. Plummer, Michael Todd
Elenco:  Pete Ferry, Bogdan Pecic, Michael Grossi, Robert Kokai, ...
Foi todo feito com uma câmera 8mm, e pra quem não conhece, é um tipo de câmera amadora, que usa um filme bem pequeno (daí o nome, um filme de 8 milímetros), gerando muito ruído na imagem quando é ampliado para o tradicional tamanho de 35mm. Demorou 4 anos pra ficar pronto, e apesar dessa "cara" caseira dele, é um bom filme de zumbis.

É importante levar em conta que é um filme trash. O diretor, J.R. Bookwalter, na época tinha 18 anos! Já com ideias de trabalhar na indústria cinematográfica trash, foi quando atuou como figurante zumbi em "Dia dos Mortos" que viu como as coisas funcionavam, e decidiu dar a sua contribuição. As atuações são bem ruins, algumas tomadas são ruins e temos inclusive cenas completamente fora de foco. A trilha sonora do filme foi composta pelo próprio diretor, que não parece ser um grande músico. Tem umas cenas que deveriam mostrar o caos do mundo tomado por zumbis, mas lá no fundo, depois da "horda", tem carros e pessoas passando tranquilamente. Outras coisas que podem ser vistas são alguns figurantes (zumbis ou não), rindo algumas vezes. A iluminação em várias cenas também é bem ruim. Mas todas essas tosqueiras nesse filme em especial, parecem ajudar.


Apesar de várias "falhas técnicas", os efeitos compensam. Tem um monte de zumbis no filme, um monte de sangue, tripas, nojeira, mais sangue, cabeças falsas, atropelamentos, tiroteios, mãos mastigadas, e por aí vai. É de se elogiar o trabalho que tiveram nesse quesito. Claro que também tem uns figurantes zumbis que só tem a cara pintada de preto (por mais bizarro que isso pareça, é verdade), mas tem bastante gore muito bem feito durante todo o filme.

Antes de mais nada, o filme é uma grande homenagem aos clássicos filmes de terror e seus responsáveis. Há muitos personagens com nomes como Raimi, Romero, Carpenter, Savini, King, entre outros. Em uma das cenas, vemos uns soldados assistindo "Evil Dead", e um deles diz pro protagonista (Raimi) que ele deveria ver também, que com certeza aprenderia a matar zumbis. Detalhe: a voz do personagem principal não é a voz do ator, mas sim a do Bruce Campbell, estrela de Evil Dead. O ator, Peter Ferry, até lembra as vezes, com um queixão e umas caretas que faz de vez em quando. Provavelmente o papel tenha sido criado com o "Ash" em mente.


O filme é um clássico e deve ser assistido aos amantes do gênero de filmes de terror trash, em especial os de zumbi. Esse é o público que com certeza vai gostar do filme. Já quem esporadicamente assiste algum filme de terror de Hollywood e acha que "Navio Fantasma" é muito assustador ou demasiadamente sangrento, deve passar longe.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Monster Brawl (2011) - Luta livre de monstros! [Terça Trash]

Mais uma semana, e mais uma resenha. Dessa vez, escolhi Monster Brawl, um filme que tinha no HD faz tempo. Só sabia que na história dele havia um torneio com monstros lutando. Mas não sabia mais nada do roteiro. Confere o trailer aí:


E o poster:


E pra minha surpresa, o filme não é nada além do título: uma briga entre monstros!

terça-feira, 5 de maio de 2015

Wyrmwood - Road of the Dead (2014) - Zumbis explosivos! [Terça Trash]

Essa semana, o escolhido pra ser resenhado foi o australiano Wyrmwood, de 2014. O filme de baixo orçamento que demorou 4 anos pra ficar pronto, pois era filmado nos fins de semana, foi considerado o mais pirateado do mundo! Como muitos produtores independentes, o filme passou por campanha de financiamento coletivo, teve muita propaganda para criar uma grande base de fãs, recebeu ajuda do governo... E deu certo!


Wyrmwood poster
um dos vários cartazes feitos para o filme
É o primeiro filme dos irmãos Kiah e Tristan Roache-Turner, que em seu currículo têm curta-metragens e propagandas. A ideia, como foi amplamente utilizada nos materiais de divulgação, era juntar elementos de Mad Max e Despertar dos Mortos. O resultado disso: um filme de zumbis com bastante ação, gore e muito divertido!

Na trama, do dia para a noite, todos que não tem sangue A positivo viram zumbis. Não há nenhuma explicação além disso, mas que também não se faz necessária. Por algum motivo qualquer, os combustíveis conhecidos deixam de ser inflamáveis, fazendo com que os carros não funcionem. Mas logo eles descobrem que o sangue e o gás liberado pelos zumbis é altamente inflamável, e começam a usar os mortos-vivos como tanque de combustível!

O filme não fica chato em momento nenhum, se não há ação, alguma coisa pertinente está acontecendo. Ou os personagens estão lutando com zumbis, ou fugindo deles, ou estão confrontando outros seres humanos. Ou então sendo cobaia deles!

As tomadas são boas, e remetem a alguns clássicos do gênero. Há alguns ângulos de câmera inusitados, e vemos que em algumas cenas foi utilizada uma GoPro (ou uma lente com efeito "olho de peixe" similar).

Clique para seguir lendo e saber mais sobre a história do filme em si, acompanhado com várias imagens (mas dessa vez, sem muitos spoilers importantes).

terça-feira, 28 de abril de 2015

A Noite do Cometa (1984) - E cadê os zumbis?! [Terça Trash]

Ah, década de oitenta! Mais uma vez nos mostrando do que foi feita. Em "A Noite do Cometa", de 1984, temos um enredo que parece interessante: pós-apocalíptico, com zumbis, marginais, cientistas e tiroteio. Só coisa boa né?! Mas não é bem assim, infelizmente, como podem ler adiante.

Ficha técnica:
Título original: Night of the Comet
Ano produção: 1984
Diretor: Thom Eberhardt
Data de estreia : 16 de Novembro de 1984
Duração: 95 minutos
Gênero: Comédia, ficção científica e terror
Países de origem: Estados Unidos da América

Night of the Comet
Gosto desse poster!

O filme gira em torno de duas irmãs que são sobreviventes da passagem do cometa, que transformou quase todo mundo em pó, e outros em zumbis. Elas saem em busca de mais sobreviventes, trocando tiros com psicopatas e se vêem enrascadas em uma base científica tão perigosa quanto os zumbis.

Com uma sinopse dessas, eu esperava um filme mais sério, com bastante ação e até mesmo gore, por conta dos zumbis. Mas não é o caso. O filme vai mais pro lado da comédia, com zumbis aparecendo muito de vez em quando (acho que aparecem 5 no filme todo). Não que isso seja ruim, eu adoro filmes de "terrir".

As atrizes que interpretam as irmãs estão muito bem, e suas aventuras não chegam a ser (tão) chatas. Mas na minha opinião, o filme peca pela pouca ação. Os cenários são legais, as cores são boas, os penteados totalmente anos 80, tudo está lá. É um filme legalzinho, mas que não pode ser comparado com outros mega clássicos da mesma época.

O final do filme... bah! Não vou dar spoiler, só vou dizer que é cretino! hehehe

Clique para seguir lendo e ver muitas imagens do filme, acompanhadas por um resumão dele.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Zombicide: Muitos, mas MUITOS zumbis!

Finalmente o Zombicide foi pra mesa! Encaramos as horas de zumbis no Zombicide, edição da Galápagos, partindo do tutorial pra todos pegarem bem o funcionamento das regras.

As mecânicas são simples e funcionam sem problemas. Os sobreviventes escolhem suas ações, e depois os zumbis atacam, andam e aparecem novos nos locais de entrada.

início da partida, sobreviventes saindo da toca

O tutorial é rapidinho, são poucos zumbis que aparecem e o mapa é bem pequeno. É o suficiente pra aprender o sistema, funciona como deve,

encontro que resultou no primeiro ferimento

cidade sendo tomada pelos zumbis

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Junk [2000] - Japoneses mortos-vivos

Sábado de tarde, não tinha nada pra fazer, fui ver um filme. Mas qual? Dei uma olhada nuns dvds e acabei escolhendo esse Junk. Filme de 2000, que eu nem lembrava da existência e nem sobre o que era. Depois de olhar rápido no google, vi que era um filme japonês de zumbi e decidi assistir.

Sinopse:

"Depois de um assalto, um grupo de ladrões se encontra com a Yakuza em uma antiga fábrica abandonada, para trocar as jóias pelo dinheiro. Eles não sabem, mas essa fábrica é uma antiga instalação militar onde faziam experimentos de reanimação dos mortos. E os experimentos tiveram sucesso, ou seja, o lugar está repleto de zumbis sedentos por sangue."





O filme começa com a cena de um experimento com uma japa morta pelada. Ela é ressuscitada com sucesso, e arranca um naco do médico e da enfermeira. Então o filme muda completamente. A cena a seguir mostra uma gangue assaltando uma joalheria. Um dos assaltantes é ferido no pé por uma mulher. Eles fogem com várias jóias, e daí tem uma cena que é bem coisa de japonês: o cara fica esperneando exageradamente por causa do ferimento no pé. Apesar de todo o fiasco e os problemas, eles conseguem fugir e marcam um encontro com um cara da Yakuza chamado Ramon (?!) em uma antiga fábrica abandonada fora da cidade.

Ao chegar lá, ficam vasculhando o lugar, que aparentemente está deserto, até que um dos caras é atacado por um zumbi e tem a garganta trespassada. O restante do grupo encontra uns zumbis e foge, encontrando Ramon na entrada do lugar. Eles então negociam as jóias. Os caras da Yakuza furam o acordo e tentam matar os ladrões pra ficar com as jóias sem pagar nada, mas eles fogem enquanto surgem mais zumbis. Começam perseguições com bastante tiroteio e vários zumbis mastigando gente.

A cena muda para um hospital, onde um médico japonês é obrigado a acompanhar militares americanos urgentemente em uma missão totalmente secreta. Ao chegar na base, é revelado que os antigos experimentos de reanimação dos mortos deram errado, e o lugar deve ser detonado. Só que alguma coisa dá errado na auto-destruição, que é desativada, e o médico e um milico resolvem ir lá consertar o sistema de destruição do lugar. Chegam lá fortemente armados, e depois de muito balaço e perfuramento de crânio de mortos-vivos conseguem acionar o esquema. Só que o médico desobre uma coisa: existe um zumbi inteligente com super poderes, que foi quem desligou o sistema.

O filme segue sem acontecer muita coisa na história, só tem umas coisas diferentes bem pro final, mas tem várias cenas legais, com os zumbis no estilo clássico, lentos e em avançado estado de decomposição.

Gostei do filme. É totalmente trash, daqueles que são ruins mas são bons. A história não apresenta nada de novo, mas os zumbis, a ação e a nojeira é competente. A atuação é péssima, principalmente dos militares americanos. O japonês falando inglês é muito ruim também.

Existem várias situações que não fazem o mínimo sentido. Porque uma instalação militar altamente secreta não tem proteção nenhuma? A galera entra lá sem fazer o menor esforço. Como os militares americanos fazem o que querem dentro do Japão? (isso lembrou os projetos do Doido do Lixo no interior do Brasil, dá uma olhada aqui) Porque enchem o médico de armas? E porque ele vai sozinho com outro cara pra matar todos os zumbis? Porque existe uma mulher zumbi com super poderes e que não morre com tiro na cabeça? E porque o cabelo dela muda de cor do nada?!

Filme recomendado pra quem curte tosqueira da boa.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Jogatina em SG: Zombies!!! e Warhammer Invasion

No dia que chegamos em São Gabriel, eu e a Priscilla jogamos mais uma partida de Zombies!!!. Foi nessa partida que utilizamos a variante do UniversalHead, que deixa o jogo melhor.

Mais uma vez, a Priscilla tava na minha frente mas eu acabei ganhando. Ela ficou umas 2 rodadas com 24 zumbis, mas eu tinha cartas que impediam ela de se mexer. Fiz uma limpa na volta e consegui fechar os 25. Não tenho nenhuma foto dessa partida...

Depois que a Priscilla voltou pra Santa Maria, meu companheiro de jogos aqui é o Dega, amigo de infância e participante do grupo de jogatina. Trouxe o Warhammer Invasion pra jogar com ele, assim como o NetRunner (que ainda não viu mesa).

Começamos com o Warhammer, expliquei rapidamente as regras e deixei ele escolher com qual raça jogar. Ele ficou com os orcs e eu com os anões. Jogamos com os decks básicos, sem alterar nada.

Durante a partida, o que deu pra perceber é que o baralho dos anões tem muitas ações, e o dos orcs, muitas unidades. Na kingdom eu tinha 2 supports que no começo do turno cada um eliminava 1 dano da minha capital. Acabei o jogo com a capital praticamente ilesa. E detonei a capital orc.

partida começando


capital orc em processo de destruição


eu prevendo a vitória hehehe


mesa no fim da partida


e a capital orc em chamas


Depois apresentei pra ele o Zombies!!!. Tava noite já, e decidimos tirar uns tiles do mapa pra encurtar o jogo, assim como também reduzimos a quantidade necessária de zumbis pra vencer, pra 20.

Não demorei muito pra juntar 16 zumbis, e no turno seguinte já tinha condições de fechar o jogo. O Dega tinha menos, mas não tava tão longe no placar. Só que daí eu morri. Que merda... Perdi metade e ele ficou rindo e se achando. Na vez de jogar, aconteceu a mesma coisa! hahahh Se deu mal!

Pouco depois disso, o helicóptero já apareceu, e a cidade nem tinha crescido muito. Só que no caminho, ainda tinham muitos zumbis. Fiquei catando umas munições e renovando a mão, pra tentar conseguir cartas que ajudassem. Quando eu tava bem, e tinha como chegar no helicóptero, me mandei até lá. O Dega ainda fez uns zumbis se atravessarem no meu caminho, mas não foi adiantando. No exato turno que eu tinha como ganhar o jogo, aconteceu uma coisa que foi muito massa...

Eu estava umas 3 casas longe do centro do heliporto, e o Dega tava um pouco mais atrás. Ou eu ganhava agora ou no próximo turno ele ganhava. Joguei uma carta que me permitia alterar a posição de quaisquer 2 zumbis pra qualquer lugar do tabuleiro. Tirei os exatos 2 zumbis que estavam no caminho. Quando fui andar e ganhar o jogo, "peraí, toma!". O desgraçado tinha uma carta que fazia eu perder o movimento. Meu turno acabou a 3 casas de distância de ganhar o jogo, com o caminho aberto. Na vez de jogar, ele só passou reto e se mandou de helicóptero. Dessa vez virei guisado...
Não tem foto do fim do jogo, porque a gente ficou dando risada da situação e esquecemos de tirar.

partida bem no início


mapa começando a crescer, e os zumbis tomando conta


No outro dia, jogamos Warhammer de novo. Dessa vez eu fui com o caos e o Dega com o império. Curti fortemente o deck que joguei, é cheio de ações que alimentam o poder das unidades, como deixar os inimigos corrompidos pra ganhar força. Jogamos duas partidas, e a primeira eu ganhei muito fácil e rápido.

império em chamas


Decidimos jogar de novo, com os mesmos baralhos. No começo da partida, ele me pergunta "pra que servem os martelos na quest?". O zumbi tava comprando só uma carta no início do turno, mesmo quando adicionava martelos lá. Depois de aprender isso (de novo), o jogo ficou bem mais equilibrado.

Mesmo assim, eu tava descendo a lenha, só que dessa vez a minha capital pegou fogo primeiro. Até que eu consegui baixar o Balrog da capa do jogo, um demônio que eu não lembro o nome e é muito forte. Aí surgiu uma sequência de jogadas podres dos dois lados. Na vez do Dega jogar, ele me mostrou uma carta, pra tirar uma dúvida, que dizia que destruía todas as unidades em locais onde não existiam desenvolvimentos. Ele preferiu não usar, porque ia sair mais prejudicado que eu, já que não tinha nenhum desenvolvimento em jogo, e eu tinha um no kingdom.

Na minha vez de jogar, simplesmente esqueci da tal carta, e não coloquei desenvolvimento na battlefield, onde eu tinha unidades fortes e que iam garantir minha vitória no próximo turno. Então, na vez dele jogar, como ato desesperado jogou a tal carta e perdeu todas as unidades dele em jogo, e eu mantive só as estavam no kingdom, único lugar meu com desenvolvimentos.

Não adiantou muito, porque na minha vez de jogar eu recebia bastante recursos, e o Dega tava com a capital vazia, faltando poucos pontos de vida pra destuir a segunda parte. Vitória minha!

império em chamas (de novo)


Depois percebemos as jogadas estúpidas que fizemos. Eu, sabendo da carta, não joguei um desenvolvimento na battlefield, pra não perder minhas unidades, e ele, não jogou nenhum desenvolvimento em qualquer lugar da capital dele antes de usar a carta e perdeu todas as unidades em jogo! hahahah

Foi isso, qualquer dia da semana acho que vai rolar um NetRunner...

Ao som de Mortician - Zombie Apocalypse:


E Debauchery - Blood for the Blood God:

domingo, 30 de janeiro de 2011

Estreia de Zombies!!!

Na última Math Trade ganhei um Zombies!!!. Fazia tempo que queria esse jogo, pela temática dele. Em uma edição anterior da MT, ganhei um Humans!!!, que é bem medíocre, mas mesmo assim queria experimentar o Zombies!!!.


Depois de um vai e volta do pacote nos correios, enfim recebi o jogo e no mesmo dia já joguei. A caixa é pequena, mas sobra bastante espaço por dentro, que acho que é pra caber as expansões. O manual é bem simples e curto. Vem um saco com muitas miniaturas de zumbis (acho que 100), 6 caras com escopeta, 2 dados e muitos marcadores de vida e munição. Além disso, tem os tiles de mapa e as cartas.

O jogo tem aquele padrão gráfico utilizado pela Twilight, com ilustrações muito boas, tanto das cartas como dos tiles, mas a diagramação, acabamento, etc é bem fraco. Pagar uns pilas pra um designer gráfico fazer seu trabalho valeria mais a pena do que fazer nas coxas...

As miniaturas são excelentes! Zumbis com buraco no bucho e mulheres zumbis segurando a cabeça de alguém. São muito bem esculpidas e produzidas. Com certeza, o que a Twilight faz de melhor são as miniaturas dos jogos.


As regras são bem simples. A primeira coisa a fazer é posicionar um tile do mapa em algum lugar conectando a rua, depois adicionar o número de zumbis indicado. Então, rola um dado para o movimento, e se encontrar algum zumbi no caminho, mais uma vez rola o dado. Se tirar de 4-6, o zumbi morre. De 1-3, perde uma vida. É possível adicionar ao dado gastando os marcadores de munição. Ganha o jogo quem chegar no helicóptero, que é o ultimo tile de mapa da pilha, ou então matar 25 zumbis.

E a cidade vai sendo tomada por mortos-vivos



Existem algumas variantes das regras que melhoram o jogo. A que eu testei e curti mais que as regras originais foi essa aqui, indicada pelo Cacá do E aí, tem jogo?.

A partida levou mais ou menos 1 hora. A mesa foi ficando pequena pro mapa que não parava de aumentar. Tinha tanto zumbi na mesa que o estoque chegou a terminar. Acho que jogando entre mais que 2 pessoas, isso não aconteça, porque mais zumbis serão mortos mais rápido.

Eu e a Priscilla começando a partida


Pensando em onde posicionar o tile


Lá pelo meio da partida, a Priscilla tava me sacaneando com aquelas cartas que fazem a gente perder zumbis e tal, e ela já tinha matado mais gente que eu. Pra piorar a situação, morri. Porra, o cara perde metade dos zumbis que já matou! Aproveitei pra ir pra outro lado da cidade, que tava lotado de zumbis, e fui matando fortemente. Perto da vitória, a Priscilla morreu, e eu consegui ganhar o jogo hehehe.

Fim do jogo. 3 no dado mais uma munição=morte do zumbi e minha vitória


Curti o jogo, é bem como diz no manual: "Esse jogo não é bom, mas é divertido!". Regras bem simples, pouca estratégia, é um jogo leve pra passar um tempo. Quero testar ele com mais gente, pelo menos uns 4, que eu acho que fica melhor. Será que as expansões valem a pena?

Jogando ao som de Six Feet Under - The Day the Dead Walked

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Contágio - Projeto de TCC

No final da faculdade, tem o temido Trabalho de Conclusão de Curso. Chega o momento de escolher algo que curte pra fazer um trabalho massa, ou então, como alguns fazem, escolher algo barbadinha e se formar na tranquilidade.

Queria fazer um jogo de tabuleiro, mas não conhecia muita coisa diferente, mal sabia da existência dos “modernos”. Já tinha visto alguma coisa visitando o BGG e olhando umas imagens, mas nunca tinha jogado nada além dos clássicos nacionais. Seguidamente jogava War Império Romano e via que poderia ser feito algo mais que aquilo. Além disso, trabalhava com o Rodrigo Oliveira, que 2 anos antes tinha feito um jogo de tabuleiro como TCC, o Batalha Rock n Roll, e que poderia me ajudar.

Durante todo o curso, fiz diversos trabalhos utilizando zumbis como tema. Na hora do TCC, apesar da dúvida entre vários temas, não poderia ser diferente. Então estava definido o projeto: um jogo de tabuleiro de zumbis.

Fui esboçando umas ideias iniciais, com diversos caminhos diferentes. Seria um jogo cooperativo, competitivo, os zumbis seriam controlados por um jogador ou seria algo “automático”?

Nesse meio tempo, criamos um grupo de jogos aqui em Santa Maria, e jogávamos seguidamente alguns jogos nacionais, como Riquezas do Sultão, Risco Total, Torremoto, entre outros.

Pesquisando referências, auxiliado pelo Rodrigo, fuçando o BGG e a Ilha do Tabuleiro, descobrimos a BG-BR lá pelo meio de 2009. Foi o primeiro passo para um caminho sem volta no vício (que alguns disfarçam como hobby hehe) dos jogos de tabuleiro modernos. Logo começamos a comprar alguns jogos e se reunir cada vez mais seguido pra jogar. Nexus Ops foi o primeiro moderno que eu joguei, e Carpe Astra foi o primeiro que eu comprei.

Através da BG-BR (acho que foi com o Fel) eu consegui o contato de um pessoal daqui de SM que tinha participado de algum evento no RJ. Entrei em contato e descobri que era uma gurizada que também estava descobrindo os jogos modernos. Marcamos uma jogatina e juntamos os grupos, que continua até hoje. Todo sábado é sagrada reunião do Carpeta. Atualmente o grupo encolheu, porque alguns foram embora de SM e outros simplesmente não apareceram mais, mas seguimos jogando fortemente.

Bem, voltando ao assunto do tópico, depois de conhecer os jogos modernos e a cabeça explodir com as possibilidades, comecei a lapidar as mecânicas do jogo, que ainda não tinha nome. Nexus Ops havia me surpreendido pela facilidade, simplicidade e bom funcionamento (até hoje é um dos meus favoritos), então fui bastante influenciado por ele. Além disso, jogos de posicionamento de tiles, como Carcassonne, e tabuleiros modulares, como Catan, trouxeram várias ideias interessantes. Na parte de gerenciamento de personagens, além de referência visual, Doom foi de grande valia.

O jogo se passa em uma base militar subterrânea, onde há alguns laboratórios de experimentos biológicos. Coisa totalmente secreta e altamente perigosa. Só que um dia acontece um acidente, e um vírus letal é liberado no local. Muitas pessoas morrem e ressuscitam como zumbis sedentos por sangue. Outros, ainda estão vivos, mas com pouco tempo para conseguir achar a cura experimental e fugir. Aos poucos, a doença vai tomando conta dos que ainda estão vivos e transformando-os também em mortos-vivos. O objetivo dos jogadores é encontrar a cura e matar o maior número de zumbis possível.

Basicamente, a mecânica do jogo são os pontos de ação. Os personagens podem andar, abrir portas, disparar contra um zumbi, vasculhar, entre outras coisas. Para cada coisa que fizer, é necessário gastar um ponto de ação.

Depois de fechar o tema e algumas mecânicas básicas, parti pra parte visual do jogo (que era o que interessava realmente pro trabalho). Juntei várias referências de texturas de metal, ferrugem, sangue, etc, para começar o desenvolvimento.

O tabuleiro é dividido em vários setores, cada um com suas características (luzes, chão, etc), e cada setor tem 21 salas diferentes, todas desenhadas uma por uma. Essa parte deu trabalho, cada sala com manchas de sangue diferentes...


Fazer as peças de setor foi mais fácil, visto que são todas iguais.


Também foi feita uma “moldura”, que é onde ficam as cartas e peças de cada setor.
Nos inventários, foram deixados locais marcados para posicionar os marcadores de munição, vida e outros equipamentos.



Foi feito um tabuleiro para marcação dos turnos, que determina a infecção dos personagens.



As cartas foram trabalhosas para criar, não visualmente, mas o conteúdo. Acabaram sendo feitas meio que de última hora, e algumas ficaram desbalanceadas.



Depois de tudo finalizado, veio a parte de impressão. Não foi uma experiência muito agradável, a gráfica era MUITO longe e fazia em torno de 36°C em Santa Maria nos dias que eu fui imprimir. Pra piorar, no primeiro dia, quando cheguei com alguns setores impressos, depois de cortar percebi que tinham peças com tamanhos diferentes. Deu merda na impressão! Imprimiram tudo de novo pra mim, só que nisso eu já tinha perdido um bom pedaço de papelão, tempo e paciência. No fim, depois de MUITO tempo cortando e várias lâminas de estilete gastas, com a ajuda extrema da minha namorada, consegui acabar tudo. E deu trabalho!


Na apresentação do TCC correu tudo bem, tive que alterar pouquíssima coisa no trabalho teórico e no jogo não precisei mudar nada. Aprovado!


Depois de publicar o jogo no BGG e na Ilha do Tabuleiro, além de “divulgar” em sites e fóruns, recebi vários e-mails de pessoas interessadas em adquirir o jogo, além do interesse de algumas editoras de jogos do exterior. Só que como eu tinha dito, o foco do trabalho foi a parte visual, então ele tem alguns furos de jogabilidade, coisas que estão sendo resolvidas. Alguns sistemas estão sendo mudados, e o jogo está ficando mais divertido e competitivo. E com certeza bem melhor! Algum dia ainda vai ser publicado!







Daria pra fazer um diário do trabalho de desenvolvimento do jogo, foi feita bastante coisa. Mas quem sabe mais adiante eu faço outros posts com maiores detalhes do desenvolvimento...