Malditos sejam!
Artigo publicado originalmente na Ludopedia.
Rolou jogatina em Santa Maria nesse fim de semana. Como vem acontecendo ultimamente, conseguimos o espaço do Templo, uma loja focada em Magic, mas que está abrindo as portas para uns encontros de jogos de tabuleiro.
Cheguei depois que o pessoal já tinha começado a jogar, então teria que ficar esperando. Mas eu não fui o único. Enquanto uma mesa jogava 7 Wonders e a outra jogava o acima da média Brass, iniciamos uma partida de Bruges entre 3 jogadores. Eu nunca tinha jogado o jogo, e estava contra dois caras acostumados a ele já. São poucas regras, a explicação foi bem rápida. Jogamos com a adição da expansão dos barcos, mas deixamos os eventos de fora.
No decorrer dos primeiros turnos fui pegando o funcionamento do jogo, e apesar de uns tropeços, acho que não me saí tão mal assim. Uma coisa que eu joguei errado praticamente metade da partida, foi achar que só poderia baixar personagens em uma construção de mesma cor.
Bom, o jogo tem uma infinidade de estratégias a tomar, que dependem muito das cartas que vem para a mão na rodada. Não achei o jogo pesado, mas ele dá margem pra uma boa AP. A partida não foi muito demorada, e como já era de se esperar, eu fiquei em último. Mas gostei bastante do jogo, e com certeza jogaria novamente.
Logo depois do fim da partida de Bruges, o Brass da outra mesa estava encerrando também.
Em seguida, iniciamos uma partida de Tokaido. Eu tinha jogado uma vez, com 5 jogadores e achei o tabuleiro povoado demais. E essa partida foi também com 5 jogadores. Mais uma vez, achei que algumas vezes ficamos sem muita escolha, já que tudo pela frente está cheio de gente ocupando os espaços.
Mas enfim, jogamos. Eu ainda quero jogar ele com menos pessoas. Falando sobre a partida, meu personagem era o velhote que ganha bônus por ir relaxar nas piscinas naturais. Fui em várias, e ganhei bastante pontos por isso. Disparei na frente durante a partida, mas no fim das contas, não fiz muito mais coisa que isso. Fiquei empatado em último.
O interessante é que cada um buscou uma estratégia diferente. Um dos jogadores foi em praticamente todas as lojas do tabuleiro! Ah, uma coisa que vale mencionar é que eu acho que joguei errado da primeira vez. Pelo que lembro, só pontuamos as coisas no final do jogo. E dessa vez, jogamos pontuando tudo assim que fazia a ação. Pelo que vi no manual, é o jeito certo mesmo. mas achei que assim os pontos dos conjuntos de souvenirs dão pontos demais.
E na outra mesa rolou mais de uma partida de 7 Wonders, e sei que teve também um Smash Up. Eu tive que ir embora depois do final do Tokaido, e sei que a galera ainda jogou Netrunner. E foi isso! As jogatinas continuam acontecendo regularmente, e esse encontro no Templo vai se firmar como mais uma opção no grupo.
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Archipelago: euro com muita interação!
Artigo originalmente publicado no canal do Zumbi Gordo na Ludopedia, acessem aqui. Apresenta algumas leves diferenças.
Essa semana rolou jogatina no bar de jogos aqui da cidade, o Voyager. Como eu já tinha falado aqui no blog, toda semana eu jogo lá com um grupo, composto por gente de tudo quanto é lugar. É massa participar do grupo porque acabo conhecendo várias pessoas de países e culturas diferentes. Por outro lado, como jogamos no bar, e toda semana muda um pouco o grupo, acabamos normalmente jogando só coisas mais leves mesmo.
Essa semana rolou jogatina no bar de jogos aqui da cidade, o Voyager. Como eu já tinha falado aqui no blog, toda semana eu jogo lá com um grupo, composto por gente de tudo quanto é lugar. É massa participar do grupo porque acabo conhecendo várias pessoas de países e culturas diferentes. Por outro lado, como jogamos no bar, e toda semana muda um pouco o grupo, acabamos normalmente jogando só coisas mais leves mesmo.
O Voyager é um bar com um monte de jogos disponíveis. Lá também tem comidas e bebidas, inclusive algumas cervejas especiais com temática fantástica, como "Hobgoblin", "Imperial Red", entre outras. Os preços estão na média dos bares aqui da Alemanha.
Quanto aos jogos, o lugar tem um acervo de mais de 450 títulos disponíveis, e é só pegar e jogar. Não tem nenhum tipo de monitor pra explicar regras ou ficar cuidando. O melhor de tudo isso é a respeito da tarifa pra jogar. Cada pessoa paga 1 euro pra jogar quantos jogos quiser no dia. Tem também o plano anual, que custa 25 euros. Posso estar enganado, mas acho que com esse preço, no Brasil, não é possível nem alugar 1 jogo sequer!!!
Bom, vamos ao que interessa...
quinta-feira, 26 de março de 2015
Uboooongo!
Depois de ver muitos jogos disponíveis na Amazon aqui da Alemanha, e também ver alguns em várias lojas por aqui, me interessei pelo Ubongo. Conhecia o jogo só pelo nome, mas não tinha muita ideia de como era. Pesquisando sobre ele, achei um vídeo do Jack Explicador (que faz muitos vídeos bons, por sinal!).
No vídeo os caras jogam uma partida completa. E o jogo parecia ser realmente muito divertido! Mostrei pra Priscilla e ela gostou, então decidi qual seria a próxima compra. Voltei pra Amazon, e tinha um usado pela metade do preço e frete grátis. Como dizia que a condição dele era boa, nem pensei duas vezes, comprei ele mesmo.
Me surpreendi ao ver o jogo quando chegou. Lacrado! Ele só tinha um pequeno "machucado" na caixa, que não influencia em absolutamente nada. Mas que beleza!
No vídeo os caras jogam uma partida completa. E o jogo parecia ser realmente muito divertido! Mostrei pra Priscilla e ela gostou, então decidi qual seria a próxima compra. Voltei pra Amazon, e tinha um usado pela metade do preço e frete grátis. Como dizia que a condição dele era boa, nem pensei duas vezes, comprei ele mesmo.
Me surpreendi ao ver o jogo quando chegou. Lacrado! Ele só tinha um pequeno "machucado" na caixa, que não influencia em absolutamente nada. Mas que beleza!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Jogando na Alemanha!
Nada melhor pra alimentar a pança desse zumbi que vai e vem, do que um post de jogatina, e ainda por cima, na Alemanha!
Não vou entrar em detalhes sobre a vinda pra Alemanha, porque pretendo fazer outras postagens sobre isso. Então vamos direto ao que interessa.
Como muita gente sabe, a Alemanha é considerada o país dos jogos de tabuleiro. Chegando em Bonn (a cidade onde estamos morando) fui atrás de descobrir algum grupo pra jogar. Pesquisei no BGG, e achei vários usuários lá. Pesquisando no google mesmo, acabei achando o Meetup, que é um site onde são organizados encontros de qualquer tipo (festas, reuniões, jogatinas, entre muitas coisas interessantes), e lá achei um grupo de jogos de tabuleiro da cidade.
Depois de alguns dias, recebi um email com um convite pra participar de um encontro que ia acontecer em um bar na cidade, pra jogar. Peguei o endereço e fui.
Pra minha surpresa (e ótima surpresa), o tal bar/café é um lugar com temática nerd/fantasia/coisas legais, com muitos jogos disponíveis no acervo. Voyager é o nome do lugar, e pelo que eu fiquei sabendo, abriga não só grupos de jogos de tabuleiro e RPG, mas também campeonatos de jogos de miniaturas, como X-Wing, por exemplo.
Cheguei lá sem saber quem eu procurava, a não ser um nome. Conversei com o atendente, e ele disse que naquele dia estava acontecendo um encontro de um grupo de RPG ali, mas não sabia nada de algum grupo de tabuleiro. Um outro cara que estava lá me ajudou, conversando com o pessoal e achou quem eu procurava.
Não vou entrar em detalhes sobre a vinda pra Alemanha, porque pretendo fazer outras postagens sobre isso. Então vamos direto ao que interessa.
Como muita gente sabe, a Alemanha é considerada o país dos jogos de tabuleiro. Chegando em Bonn (a cidade onde estamos morando) fui atrás de descobrir algum grupo pra jogar. Pesquisei no BGG, e achei vários usuários lá. Pesquisando no google mesmo, acabei achando o Meetup, que é um site onde são organizados encontros de qualquer tipo (festas, reuniões, jogatinas, entre muitas coisas interessantes), e lá achei um grupo de jogos de tabuleiro da cidade.
Depois de alguns dias, recebi um email com um convite pra participar de um encontro que ia acontecer em um bar na cidade, pra jogar. Peguei o endereço e fui.
Pra minha surpresa (e ótima surpresa), o tal bar/café é um lugar com temática nerd/fantasia/coisas legais, com muitos jogos disponíveis no acervo. Voyager é o nome do lugar, e pelo que eu fiquei sabendo, abriga não só grupos de jogos de tabuleiro e RPG, mas também campeonatos de jogos de miniaturas, como X-Wing, por exemplo.
Entrada do bar. (peguei a foto do site)
Cheguei lá sem saber quem eu procurava, a não ser um nome. Conversei com o atendente, e ele disse que naquele dia estava acontecendo um encontro de um grupo de RPG ali, mas não sabia nada de algum grupo de tabuleiro. Um outro cara que estava lá me ajudou, conversando com o pessoal e achou quem eu procurava.
terça-feira, 4 de março de 2014
Fidel Castro evitando o apagão na Alemanha! Jogamos Power Grid e Cuba!
Mais um dia de jogatina, e dessa vez foram pra mesa Power Grid (Alta Tensão na versão que eu tenho, da Runadrake) e Cuba.
Jogamos entre 4. Depois de uma lida rápida no manual pra relembrar coisas esquecidas e explicar as regras do jogo, começamos.
No início não houve muita disputa pra comprar as usinas, o que mudou ao longo da partida. Quanto a localização, cada um começou em um lugar isolado, sendo que uns pegaram a barbada de locais com conexões baratas pela volta.
Jogamos entre 4. Depois de uma lida rápida no manual pra relembrar coisas esquecidas e explicar as regras do jogo, começamos.
No início não houve muita disputa pra comprar as usinas, o que mudou ao longo da partida. Quanto a localização, cada um começou em um lugar isolado, sendo que uns pegaram a barbada de locais com conexões baratas pela volta.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Playtest de A Última Fortaleza!
Nessa semana tive a oportunidade de participar do playtest de A Última Fortaleza, jogo que está sendo desenvolvido pelo Fabiano Saccol, aqui de Santa Maria, com a equipe da Kalango Analógico, que lançou o Runicards ano passado.
O jogo se passa em um mundo fantástico onde os heróis acabaram com a grande maioria dos vilões. Mas ainda restam alguns, que se juntam em uma fortaleza. Ao perceber, os heróis (humanos, anões e elfos) lançam suas investidas contra os vilões.
O jogo é cooperativo-competitivo, ou seja, os jogadores devem se ajudar a defender a fortaleza, mas cada um tem seus objetivos. O jogo pode terminar de vários modos: quando todos os jogadores são eliminados, ao terminar os turnos (jogamos com 8) ou quando algum jogador atinge 10 pontos de influência.
As raças dos jogadores são os Imortais, os Pele-Verde e os Draconianos (não tenho certeza se é esse o nome mesmo). Cada uma tem um estilo bem diferente de jogo, como facilidade de criar unidades, ou unidades mais fortes, ou outras coisas, como ter uma mão de cartas maior. Além disso, todas tem suas construções, desenvolvimentos e unidades únicas.
Além de comandar as suas construções e unidades, também é possível fazer upgrades na fortaleza. De início há muros, portões e torres, que depois permitem as construções específicas das raças na fortaleza, além das unidades neutras, como os gárgulas.
O jogo se passa em um mundo fantástico onde os heróis acabaram com a grande maioria dos vilões. Mas ainda restam alguns, que se juntam em uma fortaleza. Ao perceber, os heróis (humanos, anões e elfos) lançam suas investidas contra os vilões.
O jogo é cooperativo-competitivo, ou seja, os jogadores devem se ajudar a defender a fortaleza, mas cada um tem seus objetivos. O jogo pode terminar de vários modos: quando todos os jogadores são eliminados, ao terminar os turnos (jogamos com 8) ou quando algum jogador atinge 10 pontos de influência.
o tabuleiro no início da partida
Além de comandar as suas construções e unidades, também é possível fazer upgrades na fortaleza. De início há muros, portões e torres, que depois permitem as construções específicas das raças na fortaleza, além das unidades neutras, como os gárgulas.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Zombicide: Muitos, mas MUITOS zumbis!
Finalmente o Zombicide foi pra mesa! Encaramos as horas de zumbis no Zombicide, edição da Galápagos, partindo do tutorial pra todos pegarem bem o funcionamento das regras.
As mecânicas são simples e funcionam sem problemas. Os sobreviventes escolhem suas ações, e depois os zumbis atacam, andam e aparecem novos nos locais de entrada.
O tutorial é rapidinho, são poucos zumbis que aparecem e o mapa é bem pequeno. É o suficiente pra aprender o sistema, funciona como deve,
As mecânicas são simples e funcionam sem problemas. Os sobreviventes escolhem suas ações, e depois os zumbis atacam, andam e aparecem novos nos locais de entrada.
início da partida, sobreviventes saindo da toca
O tutorial é rapidinho, são poucos zumbis que aparecem e o mapa é bem pequeno. É o suficiente pra aprender o sistema, funciona como deve,
encontro que resultou no primeiro ferimento
cidade sendo tomada pelos zumbis
domingo, 6 de janeiro de 2013
A chave e o guardião do portal: Arkham Horror com Yog-Sothoth
Arkham Horror na mesa! Marcamos uma jogatina só dele, e o Francis ficou de montar um cenário interessante, misturando coisas de todas expansões, caso necessário.
Sorteamos os personagens, catamos umas miniaturas parecidas e começamos jogo. Rolou uma explicação básica das regras, pra relembrar algumas coisas, já que fazia tempo que a gente não jogava esse monstro.
O Ancião era Yog-Sothoth, que dificulta o fechamento de portais, e caso ele acorde, devora quem não tiver nenhum trofeu de portal. O Horror de Dunwich estava em jogo, tornando o Ancião mais forte ainda, caso ele acordasse.
Eu joguei como Jim Culver, o músico. Tem mais sanidade que vitalidade, e já sai com umas magias e um item que previne a perda de sanidade. Interessante...
De início a gente não focou muito em fechar os portais e cada um ficou tentando fazer sua quest, o que depois se mostrou um erro.
uma pequena parte da pilha de dados customizados
Depois de um tempo rondando pela cidade e com 5 clue tokens, que é o necessário pra selar uma localidade, decidi entrar em um portal. Tomei umas porradas lá no outro mundo mas consegui sair vivo e lacrar o portal!
Unvisited Isle, primeiro local selado!
O Rodrigo era a freira (que segundo ele era lésbica) e tinha a vantagem de, caso ficasse perdido no tempo e espaço, podia voltar direto pro hospital ou sanatório. Nesse cenário isso foi muito bom, porque com o Yog-Sothoth em jogo, quando alguém fica perdido no tempo e espaço, é imediatamente devorado.
o jogo e o espaço monstruoso que ele ocupa na mesa
Uma das situações que a freirinha passou foi a seguinte: chegou em um local qualquer, e lá encontrou uma geóloga. A moça a convidou pra dar uma volta e conhecer a gruta negra. A freira, muito curiosa, aceitou imediatamente. Chegando lá, enquanto apalpava algo, a atmosfera do local foi tomada por um miasma. A freira passou tão mal que quase ficou louca...
Francis lendo o que iria acontecer de ruim com alguém raramente acontece coisa boa hehe
Enquanto a gurizada ia juntando cabeças de monstros inomináveis, meu personagem se mostrava um cagalhão. Dei sorte e consegui uma aliada, que aumentava em 2 a sorte, o que possibilitou eu deixar o Lore sempre no máximo e ainda assim ter boa sorte.
e pelo jeito o PL gostou do poder da carta
Resolvi tentar fechar outro portal, e lá fui eu pro outro mundo. Depois de achar dinheiro interplanar por lá, voltei e consegui lacrar o segundo portal.
Jim Culver, o selador de portais
Em seguida, deu uma merda muito forte e surgiram muitos monstros. Mas aí o PL e o Blind foram lá e destruíram com eles, e no embalo, o PL já selou mais um portal. Faltavam mais 3 pra vencer o jogo.
Na sequencia, mais portais! Entrei em Yuggoth, quase morrendo e torcendo pra não dar muito azar por lá. Enquanto isso, o PL entrava pra Silver Twilight Order, que era uma missão secundária que surgiu. Isso não adiantou muita coisa depois...
Mais uma invasão de monstros, e eu me ferrei fortemente. Na saída do portal de Yuggoth, ficaram dois monstros agitando. Eu tava muito mal de vida, e minhas habilidades de luta eram muito ruins. Mas fazer o que, essa é a vida de um investigador dos mitos... Saí de lá e desci a lenha nos monstros. Não sei como, consegui vencer, sem dificuldade.
Mas, como tudo em Arkham conspira contra os jogadores, o "preço" pra selar um portal aumentou exatamente no turno que eu ia fechar mais um. Não consegui selar o local, só fechar o portal. Yog-Sothot estava quase acordando já, e caso isso acontecesse, a esperança não era grande...
Enquanto isso, Francis e sua ninja fechavam mais um portal! Faltavam 2, mas o tempo era curto.
O tempo era tão curto que não deu tempo. O Ancião acordou, e imediatamente já devorou o personagem do Blind, um alemão enlouquecido que já tinha dado cabo de vários monstros.
E como não tá morto quem peleia, começamos a descer a lenha no bichão! Ah, vale dizer que quando ele acordou, a gente tirou fora o filhote dele, que dava mais poder ainda e que nem tinha entrado no jogo. Como o efeito dele só ia alterar alguma coisa nesse momento, e ia fazer com o que o jogo terminasse, porque ia ser impossível matar Yog-Sothoth, tiramos ele do jogo.
Esse Ancião é imune a armas mágicas! Que beleza, eu só tinha armas mágicas! Como o meu valor de fight era ridículo, o que eu fiz foi me manter vivo, nada mais. Não consegui ajudar com nada. Enquanto isso, o pessoal ia cagando o monstrengo a pau, principalmente o PL com o lança-chamas.
O que parecia impossível, foi feito! Yog-Sothoth, a chave e o guardião do portal, foi derrotado! O universo está a salvo, por enquanto...
Ao som de Legion of the Damned - Black Wings of Yog-Sothoth.
PS: devido à grande perda de sanidade e pelas inúmeras vezes que o Rodrigo chamou assim, o Francis agora tá em dúvida se o nome dele é Patrick.
Sorteamos os personagens, catamos umas miniaturas parecidas e começamos jogo. Rolou uma explicação básica das regras, pra relembrar algumas coisas, já que fazia tempo que a gente não jogava esse monstro.
O Ancião era Yog-Sothoth, que dificulta o fechamento de portais, e caso ele acorde, devora quem não tiver nenhum trofeu de portal. O Horror de Dunwich estava em jogo, tornando o Ancião mais forte ainda, caso ele acordasse.
Eu joguei como Jim Culver, o músico. Tem mais sanidade que vitalidade, e já sai com umas magias e um item que previne a perda de sanidade. Interessante...
De início a gente não focou muito em fechar os portais e cada um ficou tentando fazer sua quest, o que depois se mostrou um erro.
Depois de um tempo rondando pela cidade e com 5 clue tokens, que é o necessário pra selar uma localidade, decidi entrar em um portal. Tomei umas porradas lá no outro mundo mas consegui sair vivo e lacrar o portal!
O Rodrigo era a freira (que segundo ele era lésbica) e tinha a vantagem de, caso ficasse perdido no tempo e espaço, podia voltar direto pro hospital ou sanatório. Nesse cenário isso foi muito bom, porque com o Yog-Sothoth em jogo, quando alguém fica perdido no tempo e espaço, é imediatamente devorado.
Uma das situações que a freirinha passou foi a seguinte: chegou em um local qualquer, e lá encontrou uma geóloga. A moça a convidou pra dar uma volta e conhecer a gruta negra. A freira, muito curiosa, aceitou imediatamente. Chegando lá, enquanto apalpava algo, a atmosfera do local foi tomada por um miasma. A freira passou tão mal que quase ficou louca...
Enquanto a gurizada ia juntando cabeças de monstros inomináveis, meu personagem se mostrava um cagalhão. Dei sorte e consegui uma aliada, que aumentava em 2 a sorte, o que possibilitou eu deixar o Lore sempre no máximo e ainda assim ter boa sorte.
Resolvi tentar fechar outro portal, e lá fui eu pro outro mundo. Depois de achar dinheiro interplanar por lá, voltei e consegui lacrar o segundo portal.
Em seguida, deu uma merda muito forte e surgiram muitos monstros. Mas aí o PL e o Blind foram lá e destruíram com eles, e no embalo, o PL já selou mais um portal. Faltavam mais 3 pra vencer o jogo.
Na sequencia, mais portais! Entrei em Yuggoth, quase morrendo e torcendo pra não dar muito azar por lá. Enquanto isso, o PL entrava pra Silver Twilight Order, que era uma missão secundária que surgiu. Isso não adiantou muita coisa depois...
Mais uma invasão de monstros, e eu me ferrei fortemente. Na saída do portal de Yuggoth, ficaram dois monstros agitando. Eu tava muito mal de vida, e minhas habilidades de luta eram muito ruins. Mas fazer o que, essa é a vida de um investigador dos mitos... Saí de lá e desci a lenha nos monstros. Não sei como, consegui vencer, sem dificuldade.
Mas, como tudo em Arkham conspira contra os jogadores, o "preço" pra selar um portal aumentou exatamente no turno que eu ia fechar mais um. Não consegui selar o local, só fechar o portal. Yog-Sothot estava quase acordando já, e caso isso acontecesse, a esperança não era grande...
Enquanto isso, Francis e sua ninja fechavam mais um portal! Faltavam 2, mas o tempo era curto.
O tempo era tão curto que não deu tempo. O Ancião acordou, e imediatamente já devorou o personagem do Blind, um alemão enlouquecido que já tinha dado cabo de vários monstros.
E como não tá morto quem peleia, começamos a descer a lenha no bichão! Ah, vale dizer que quando ele acordou, a gente tirou fora o filhote dele, que dava mais poder ainda e que nem tinha entrado no jogo. Como o efeito dele só ia alterar alguma coisa nesse momento, e ia fazer com o que o jogo terminasse, porque ia ser impossível matar Yog-Sothoth, tiramos ele do jogo.
Esse Ancião é imune a armas mágicas! Que beleza, eu só tinha armas mágicas! Como o meu valor de fight era ridículo, o que eu fiz foi me manter vivo, nada mais. Não consegui ajudar com nada. Enquanto isso, o pessoal ia cagando o monstrengo a pau, principalmente o PL com o lança-chamas.
O que parecia impossível, foi feito! Yog-Sothoth, a chave e o guardião do portal, foi derrotado! O universo está a salvo, por enquanto...
Ao som de Legion of the Damned - Black Wings of Yog-Sothoth.
PS: devido à grande perda de sanidade e pelas inúmeras vezes que o Rodrigo chamou assim, o Francis agora tá em dúvida se o nome dele é Patrick.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Primeira partida do ano: Warhammer Invasion
Pra iniciar bem mais um ano com jogatinas, o Rodrigo apareceu aqui em casa pra conhecer o Warhammer Invasion.
Depois de um bom papo furado a respeito da vida, o universo e tudo mais, fomos pro jogo. Ele jogou com os orcs e eu com os anões.
De início eu já saí com os supports que curam a capital, o que foi muito bom e me salvou. Mas unidades não tavam vindo muitas.
Os orcs, ao contrário disso, já começavam a descer a lenha com unidades bombadas com cartas que davam mais força. Logo uma parte da minha capital já estava detonada, enquanto os orcs estavam na boa.
Consegui então juntar vários recursos e comprar várias cartas, sendo que uma delas era uma ação que colocava 3 developments na Kingdom Zone, que já estava quase detonada também. Pra ajudar, veio o rei anão ultra foda, que foi pra lá segurar porrada.
Na sequência, consegui eliminar umas unidades dos orcs. Aí foi questão de tempo. O Rodrigo não tinha investido muito na Quest Zone, comprando 1 carta por turno só, enquanto eu comprava 5. Consegui muitas unidades e destruí a capital orc.
Esse jogo é muito massa! Queria muito as expansões dele, mas teria que jogar bem mais seguido pra valer a pena.
Depois de um bom papo furado a respeito da vida, o universo e tudo mais, fomos pro jogo. Ele jogou com os orcs e eu com os anões.
De início eu já saí com os supports que curam a capital, o que foi muito bom e me salvou. Mas unidades não tavam vindo muitas.
Os orcs, ao contrário disso, já começavam a descer a lenha com unidades bombadas com cartas que davam mais força. Logo uma parte da minha capital já estava detonada, enquanto os orcs estavam na boa.
Consegui então juntar vários recursos e comprar várias cartas, sendo que uma delas era uma ação que colocava 3 developments na Kingdom Zone, que já estava quase detonada também. Pra ajudar, veio o rei anão ultra foda, que foi pra lá segurar porrada.
Na sequência, consegui eliminar umas unidades dos orcs. Aí foi questão de tempo. O Rodrigo não tinha investido muito na Quest Zone, comprando 1 carta por turno só, enquanto eu comprava 5. Consegui muitas unidades e destruí a capital orc.
Esse jogo é muito massa! Queria muito as expansões dele, mas teria que jogar bem mais seguido pra valer a pena.
domingo, 30 de dezembro de 2012
Última jogatina do ano: pancadaria nas cavernas
Depois de um bom tempo sem jogar nada (nem postar nada aqui também), juntamos um pessoal das antigas pra jogar, aproveitando a visita deles em Santa Maria pra passar o fim de ano.
De início achei que ia ter bem mais gente na jogatina, mas do início ao fim ficamos entre 5 pessoas: eu, Rodrigo, PL, Gottin e Dizzy. Isso até foi bom, porque não nos ligamos tanto em jogar, mas ficamos um bom tempo de papo furado.
O primeiro jogo a ir pra mesa foi o protótipo "Action Battle", do Rodrigo. É um jogo de cartas pra 2 jogadores, onde cada um é um tipo de combatente. O objetivo do jogo é eliminar os pontos de vida do oponente ou terminar a partida com mais vida.
Gottin jogando como paladino, Rodrigo observando o playest e PL como guerreiro
Na rodada de jogo, cada jogador abre 5 cartas e então determina a ordem que essas cartas vão ser executadas. Isso acontece ao mesmo tempo para os dois jogadores. Assim, os efeitos acontecem ao mesmo tempo. A carta com iniciativa 1 de um jogador é executada ao mesmo tempo que a carta com iniciativa 1 do oponente.
linha de cartas com suas iniciativas correspondentes
As cartas possuem custos para serem ativadas, e cada carta de iniciativa possui uma quantidade de energia que ela oferece.
Nessa partida o PL deu um couro no Gottin. Não chegou a ser tão desequilibrado, no final o Gottin conseguiu um equipamento do paladino que destruía as armaduras do guerreiro, mas já era tarde demais.
Depois dessa partida, jogamos o Small World Underground, que é outro jogo da série Small World. Nesse, o "mundo" é embaixo da terra, com minas, pântanos, vulcões, entre outros terrenos. As raças são diferentes também, como gnomos, cultistas, drows, liches entre diversos outros.
partida no início, com as Flames do PL se espalhando a partir do vulcão
minha primeira raça escolhida, Cultistas com o poder Vanishing
Há alguns poderes diferentes também, que são bem interessantes. Por exemplo, a minha primeira raça tinha "Vanishing". Esse poder dá 2 pontos pra cada território ocupado quando a raça entra em declínio, mas todos os marcadores dela saem do jogo.
A partida foi bem massa, mas ficamos de tanta conversa que pode ser que a gente tenha jogado um turno a mais. No início, ninguém tava prestando atenção em avançar o marcador de turno hehe
No fim, o vencedor foi o Gottin, em grande parte porque a gente deixou a primeira raça dele (que tava em declínio fazia tempo já) quieta, e isso fez ele ganhar muitos pontos.
Ainda rolou outra partida de Action Battle, entre o Gottin e o Rodrigo, mas não lembro quem jogou com o que, nem quem venceu.
Foi isso, jogo rápido, bastante conversa e risadas. Foi massa, Carpeta Old-School light de fim de ano. Depois rolou um xis com altos papos filosóficos sobre Hercólubos (acho que é assim que se escreve hehehehe)
De início achei que ia ter bem mais gente na jogatina, mas do início ao fim ficamos entre 5 pessoas: eu, Rodrigo, PL, Gottin e Dizzy. Isso até foi bom, porque não nos ligamos tanto em jogar, mas ficamos um bom tempo de papo furado.
O primeiro jogo a ir pra mesa foi o protótipo "Action Battle", do Rodrigo. É um jogo de cartas pra 2 jogadores, onde cada um é um tipo de combatente. O objetivo do jogo é eliminar os pontos de vida do oponente ou terminar a partida com mais vida.
Na rodada de jogo, cada jogador abre 5 cartas e então determina a ordem que essas cartas vão ser executadas. Isso acontece ao mesmo tempo para os dois jogadores. Assim, os efeitos acontecem ao mesmo tempo. A carta com iniciativa 1 de um jogador é executada ao mesmo tempo que a carta com iniciativa 1 do oponente.
As cartas possuem custos para serem ativadas, e cada carta de iniciativa possui uma quantidade de energia que ela oferece.
Nessa partida o PL deu um couro no Gottin. Não chegou a ser tão desequilibrado, no final o Gottin conseguiu um equipamento do paladino que destruía as armaduras do guerreiro, mas já era tarde demais.
Depois dessa partida, jogamos o Small World Underground, que é outro jogo da série Small World. Nesse, o "mundo" é embaixo da terra, com minas, pântanos, vulcões, entre outros terrenos. As raças são diferentes também, como gnomos, cultistas, drows, liches entre diversos outros.
Há alguns poderes diferentes também, que são bem interessantes. Por exemplo, a minha primeira raça tinha "Vanishing". Esse poder dá 2 pontos pra cada território ocupado quando a raça entra em declínio, mas todos os marcadores dela saem do jogo.
A partida foi bem massa, mas ficamos de tanta conversa que pode ser que a gente tenha jogado um turno a mais. No início, ninguém tava prestando atenção em avançar o marcador de turno hehe
No fim, o vencedor foi o Gottin, em grande parte porque a gente deixou a primeira raça dele (que tava em declínio fazia tempo já) quieta, e isso fez ele ganhar muitos pontos.
Ainda rolou outra partida de Action Battle, entre o Gottin e o Rodrigo, mas não lembro quem jogou com o que, nem quem venceu.
Foi isso, jogo rápido, bastante conversa e risadas. Foi massa, Carpeta Old-School light de fim de ano. Depois rolou um xis com altos papos filosóficos sobre Hercólubos (acho que é assim que se escreve hehehehe)
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Pancadaria, lei da selva, eletricidade e tiroteio: O Último Grande Campeão, Evolution, Alta Tensão e Ca$h 'n Gun$
Mais uma das jogatinas que tinham ficado engavetadas. Essa rolou dia 27 de janeiro. Não lembro muito bem, então vai ter mais fotos que relato das partidas hehe
Começamos com O Último Grande Campeão, jogo leve de dados, com temática de pancadaria-UFC.
Foi a estreia do jogo. É um party game, não tem muito o que controlar. O esquema é treinar várias vezes e partir pra porrada.
meu lutador depois de tomar uma surra (com 6 marcadores de lesão)
durante a luta
Nocaute!!! (5 dados iguais)
o Grande Campeão! (sorte de principiante!)
duas mesas de jogo, UGC na da frente, esperando terminar o Puerto Rico da mesa do fundo
A partida não foi demorada, e enquanto isso, a mesa ao lado disputava uma partida de Puerto Rico.
pessoal concentrado no Puerto Rico
Enquanto a outra mesa não terminava a partida, colocamos na mesa outra estreia: Evolution: The Origin of Species.
Nesse jogos temos que desenvolver animais. As cartas apresentam características que podem ser acrescentadas aos bichos. É necessário alimentar os animais a cada turno, e aí entra a interação. Os animais carnívoros podem atacar os animais de outros jogadores, que usam aquelas características pra se esconder, fugir, etc...
Enquanto isso, a partida de Puerto Rico terminou, e iniciaram outro jogo. Se não me engano, é Louis XIV.
Juntando o pessoal das duas mesas, depois que uns foram embora, rolou uma partida entre 5 jogadores de Alta Tensão.
utilizando fichas no lugar do dinheiro de papel, bem melhor
Ainda não tinha jogado com mais que 4 jogadores esse. Achei que ia ser ruim, mas ao contrário, o jogo ficou muito bom!
cálculos fritando o cérebro da gurizada. o jogo fica muito apertado!
muitos barris de óleo...
mapa lotado, perto do fim do jogo (ou no fim já, não lembro)
E pra fechar o madrugadão de jogatina, estreamos Ca$h 'n Gun$!

Total party game. Não há estratégia. É apontar a pistola pra cara de alguém e depois recuar ou não. Preciso dizer se é divertido? É muito!

Foi isso, mais um madrugadão de jogatinas que tinha ficado pra trás. Ainda tem vários hehe.
Ao som de:
Começamos com O Último Grande Campeão, jogo leve de dados, com temática de pancadaria-UFC.
Foi a estreia do jogo. É um party game, não tem muito o que controlar. O esquema é treinar várias vezes e partir pra porrada.
A partida não foi demorada, e enquanto isso, a mesa ao lado disputava uma partida de Puerto Rico.
Enquanto a outra mesa não terminava a partida, colocamos na mesa outra estreia: Evolution: The Origin of Species.
Nesse jogos temos que desenvolver animais. As cartas apresentam características que podem ser acrescentadas aos bichos. É necessário alimentar os animais a cada turno, e aí entra a interação. Os animais carnívoros podem atacar os animais de outros jogadores, que usam aquelas características pra se esconder, fugir, etc...
Enquanto isso, a partida de Puerto Rico terminou, e iniciaram outro jogo. Se não me engano, é Louis XIV.
Juntando o pessoal das duas mesas, depois que uns foram embora, rolou uma partida entre 5 jogadores de Alta Tensão.
Ainda não tinha jogado com mais que 4 jogadores esse. Achei que ia ser ruim, mas ao contrário, o jogo ficou muito bom!
E pra fechar o madrugadão de jogatina, estreamos Ca$h 'n Gun$!

Total party game. Não há estratégia. É apontar a pistola pra cara de alguém e depois recuar ou não. Preciso dizer se é divertido? É muito!

Foi isso, mais um madrugadão de jogatinas que tinha ficado pra trás. Ainda tem vários hehe.
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