2018 começou com essa tranqueira braba. Primeiro filme trash assistido no ano tem grandes chances de ser o mais trash do ano todo!
The Killer Robots! Crash and Burn é de 2016, e é o segundo filme desses robôs, sendo o outro de 2009, e antes tinha saído um desenho animado. Não cheguei a ver nenhum dos outros, e esse foi escolhido aleatoriamente pra ser assistido. Pelo que eu descobri, os Killer Robots são uma banda americana que se apresenta assim, todos fantasiados, bem estilo Gwar, só que muito mais pobre e pior. Os caras tem um canal no YouTube bem ativo, com vídeos desde 2006 e uma série animada saindo episódios atualmente.
The Killer Robots
Gwar
A direção é por conta de Sam Gaffin, que além de ser também responsável por escrever, fazer as animações e tudo mais, também é o Auto, um dos robôs.
Esse filme... ah, esse filme! Transbordando insanidade! Eu realmente nem sei por onde começar.
Conhecia só de nome, e em "homenagem" ao Dia Mundial do Rock (mas que só no Brasil dão "importância"), resolvi assistir e resenhar. Grata surpresa! Uma das maiores trasheiras envolvendo música que eu já tive o prazer de assistir!
Hard Rock Zombies foi dirigido e escrito por Krishna Shah, indiano vivendo nos EUA, que no início da carreira fez filmes premiados e muito bem falados. Por alguma loucura dele, e pra nossa felicidade, o cara se meteu a fazer cinema cara de pau. Além desse filme aqui, também fez American Drive-In, uma comédia adolescente. No roteiro, teve ajuda de David Allen Ball, em ambos os filmes.
No elenco, a maioria sem uma carreira expressiva. Na verdade, a maioria fez bem pouca coisa. O mais "famoso" entre eles é Phil Fondacaro, o anão que já fez um monte de filmes. Interpretando o vocalista da banda, está E.J. Curse (creditado como E.J. Curcio), que não fez nenhum grande filme, mas é músico, e além de ter a banda Silent Rage (com seu auge, apesar de não muito expressivo, nos anos 80), atualmente é baixista da banda de Gilby Clarke (que tocou no Guns 'n Roses, Rolling Stones, entre outras).
Poster:
Sinopse:
Uma banda de hard rock viaja para uma remota cidade do interior para uma apresentação. Apesar dos estranhos habitantes da cidade, a banda parece não se intimidar e o vocalista se apaixona por uma jovem pacata chamada Cassie. Após a banda ser assassinada por psicopatas, Cassie invoca a banda direto do túmulo para salvá-la.
E o trailer:
O filme é uma mistura de tudo que o diretor pensou em uma tempestade de ideias malucas. Temos uma banda de rock, uma família psicopata, pessoas ultra conversadoras, zumbis toscos, e por aí vai. Tem vezes que o negócio surpreende, mostrando umas figuras ainda mais bizarras que não se sabe o motivo delas estarem presentes.
O andamento não é muito rápido. Mesmo acontecendo um monte de coisa diferente, tem vezes que o filme fica meio parado, chatinho até. Os momentos musicais levam incontáveis minutos. Sério, toda vez que a banda toca uma música, ela toca por inteiro! Mesmo assim, não chega a ser cansativo, temos bobagens acontecendo o tempo todo no filme.
Hard Rock Zombies é daqueles que tem total consciência do que são. Nunca se leva a sério (e nem deveria), conseguindo assim apresentar algumas cenas completamente malucas em meio ao desenrolar da história (que é completamente insana também). Coisas como um anão zumbi atacando uma vaca ou uma velha mulher-lobo (qual seria a palavra pra uma mulher lobisomem?) que ataca com facas.
O filme irlandês de 2004 usa isso como diferencial. Afinal de contas, ninguém ainda tinha usado a tal doença bovina (que ficou famosa na década de 90, pelo tanto de casos que aconteceram) como estopim para o apocalipse zumbi.
Eu lembro de quando o filme surgiu. Na época, apareceu em algumas locadoras, mas eu nunca me prestei a assistir. Uns amigos viram, e comentavam que era tosqueira das brabas. Acho que por isso acabei nunca vendo ele, até agora. Que arrependimento!
Eu sempre imaginei que esse filme fosse muito ruim, daqueles que tentam ser muito inovadores e nos entendiam. Achei que ia ter vacas monstruosas atacando e coisas assim (não que não tenha, mas pelo menos não abusaram). Pra minha surpresa, assisti um filme sem nada de original (fora a origem dos zumbis), mas que consegue fazer bem o que se propõe. Na verdade, eu senti como se fosse um daqueles filmes de zumbi europeus das décadas de 70 e 80, com roteiro direto (pra não dizer raso), poucos personagens e locações bonitas. O que é bom!
Sinopse:
As portas do inferno parecem se abrir quando uma estranha mutação de vacas loucas passa a contaminar todo o país, transformando pacatos seres humanos em horrendos zumbis que se alimentam de carne humana. É em meio a esse caos que a jovem turista Helena e o coveiro local Desmond deverão lutar pela sobrevivência. Juntos, eles viverão intensos momentos de horror, sempre correndo o risco de ser a principal atração do banquete desses zumbis.
Na Terça Trash dessa semana, o filme escolhido é "O Rato Humano", uma bosta italiana ruim demais. E não é daqueles que são trash engraçados nem nada. É um filme "sério" (se é que dá pra chamar assim), então não esperem diálogos patetas, personagens bestas (no sentido da inclinação a comédia) nem nada assim.
Poster:
Sinopse:
Em uma ilha do Caribe, uma modelo é encontrada morta, mas seu corpo parece ter sido devorado por ratos. A irmã da modelo, com ajuda de um escritor, partem para investigar, já que a polícia não ajuda muito. E eles encontram um rastro de vítimas de uma criatura feroz.
Trailer:
Dirigido por Giuliano Carnimeo, conhecido por ter feito também coisas como "Os Exterminadores do Ano 3000" e faroestes como "Sartana, o Matador". O roteiro é obra de Dardano Sacchetti responsável por outras pérolas como "Demons - Filhos das Trevas", "Zumbi 2 - A Volta dos Mortos ", "Os Guerreiros do Bronx", "Manhattan Baby", "Pavor na Cidade dos Zumbis" e diversos outros. Mesmo, o cara escreveu muitos clássicos da podreira italiana! A produção ficou a cargo da Fulvia Film, que proporcionou ao mundo contemplar "Zombie Holocaust", "Nova York - Cidade Violenta", "Guerreiros do Futuro" entre outros.
Começando pelo tal título original, "Quella Villa In Fondo Al Parco" (algo como "A Casa no Fundo do Parque") que não faz sentido pra mim. Que parque? Que casa? Tem um monte de casas! A casa de quem, do cientista/médico? Alguma das casas abandonadas do vilarejo? A casa abandonada que a mulher morre no início? E aí?!
Ah, aquela frase tão conhecida pelos fãs da tosqueira: "É tão ruim que é bom!". Parece que foi feita pensando em Doom Asylum! O filme dirigido por Richard Friedman é desses sem pé bem cabeça mas recheados de coisas que divertem, e convenhamos, é o que importa!
Eu não conhecia essa pérola, nunca tinha ouvido falar nem visto nada a respeito, até encontrar baixar pouco tempo atrás. Então sem conhecer muita coisa sobre o filme (só a capa), fui sem nenhum tipo de expectativa. E fui surpreendido por um filme que não se leva nem um pouco a sério, não tenta ser coerente e que mesmo sendo podre, agrada.
Algo que vale a pena ser comentado é que o filme tem duas atrizes que foram estrelas em revistas de mulher pelada na época. Patty Mullen na Penthouse e Ruth Collins na Playboy.
Basicamente, temos um assassino desfigurado em carne viva, estilo Freddy Krueger, que também se assemelha pelas piadinhas infames ao confrontar os imbecis que andam pelo sanatório abandonado, que por algum motivo qualquer, é seu lar. E na parte das vítimas, temos dois grupos: um grupo é composto de amigos idiotas, cada um com um estereótipo diferente, e no outro grupo temos uma banda "pós-punk-techno-anarquista-muito-louca".
Sinopse:
Um demente médico legista usa equipamentos de autópsia para matar jovens que invadiram um abandonando sanatório no qual ele vive.
Eu preciso comentar essa sinopse. Apesar de estar certa, ela não faz sentido! O tal "médido legista" não é médico, é um advogado! Gostaria de entender o motivo do cara não ser um médico desde o início. Porque ele "zumbificado" anda de jaleco, equipamentos médicos e é chamado de "Coroner".
Poster:
Trailer:
Não achei nenhum trailer do filme! (mas no final tem uma compilação de cenas do filme)
Ficha técnica:
Dirigido por Richard Friedman
Produzido por Steven G. Menkin
Escrito por Richard Friedman, Rick Marx e Steven G. Menkin
Estrelando Patty Mullen, Ruth Collins, Kristin Davis, William Hay, ...
Música por Dave Erlanger, Jonathan Stuart
Se alguém precisa de um porquê pra não encher a cara com trago artesanal feito em um barril de lixo tóxico (e radioativo), Redneck Zombies nos dá um excelente motivo. O filme foi produzido em 1987 (alguns sites datam 1989) pela Full Moon Pictures (que já fez coisas como Evilbong e Gingerdead Man) e teve distribuição da lendária Troma (quem tá aqui, já deve conhecer, e se não conhece, vai atrás AGORA!). Foi todo feito em vídeo (foi filmado em VHS!), sendo o primeiro filme nesse formato distribuído pela produtora.
"Viva rápido, morra jovem e deixe um belo cadáver."
Redneck Zombies é daquele tipo de filme que de tão ruim, chega a ser bom. A história é completamente besta, as atuações são exageradas e caricatas, e muito sangue, tripas, gosma e nojeiras, ou seja, divertido como um filme trash dos bons deve ser!
Resenha:
No interior dos Estados Unidos, um barril de resíduos radioativos, cai de um caminhão do exército na floresta. Alguns caipiras dementes encontram-o e usam como parte de sua destilaria. Todos que bebem do licor produzido por eles se transformam em zumbis.
Poster:
Trailer:
Ficha técnica:
Dirigido por Pericles Lewnes
Produzido por Pericles Lewnes e George Scott
Escrito por Fester Smellman
Argumento por Zoofeet e P. Floyd Piranha
Elenco: Lisa de Haven, W.E. Benson, William W. Decker, James Housley, Austin "Amac" McLaurine, Austin "Sexy Man" Brewer
Orçamento estimado de 10 mil dólares
O filme não tem muita enrolação quanto a história, mas apresenta um monte de cenas só pra "encher linguiça" e aumentar o tempo, mais adiante eu mostro. Mas então vamos ao que interessa, o filme!
A tosqueira da semana é o desconhecido Neon Maniacs. Eu, pelo menos, nunca ouvi falar muito dele. É um filme estranho, sem começo, meio nem fim. É um pouco slasher, um pouco filme de monstro, um pouco musical...
"Há 12 motivos para ter medo do escuro. E todos são assassinos."
A sinopse:
No coração de São Francisco, as legiões do mal aguardam sob a ponte Golden Gate. Quando a noite cai, o batalhão da carnificina fica à solta pela cidade, levando terror aos inocentes. Mas quando uma jovem garota chamada Natalie sobrevive a um violento massacre juvenil, ela não consegue convencer ninguém que um exército de "monstros" psicopatas matou seus amigos. Agora assombrada, caçada e tendo problemas na escola, Natalie deve se armar, com ajuda de amigos para uma batalha final contra o horror dos MANÍACOS DE NEON.
O trailer:
E o poster:
Tecnicamente, o filme não é dos piores. Tem algumas cenas legais e tomadas interessantes. Em algumas partes, o clima construído é massa, como quando os monstros vão surgindo da névoa. A maquiagem e efeitos é o ponto forte do filme. Cada um dos monstros tem características próprias, e são bem legais (temos excessões, como mais adiante vou mostrar). As mortes são bem feitinhas (as dos monstros, principalmente).
O roteiro foi escrito por Mark Patrick Carducci, que escreveu também os bons "A Vingança do Diabo (Pumpkinhead)", e "Sepultado Vido (Buried Alive)". O diretor é Joseph Mangine, que trabalhou em vários filmes como diretor de fotografia, como em "Alligator - O Jacaré Gigante" e "A Espada e os Bárbaros". Com isso, até dá pra se esperar algo, principalmente do roteiro, mas...
Mas, entretando, porém, o filme não engrena. O culpado de tudo, na minha opinião, é o roteiro. Ele simplesmente não existe! O filme não tem uma história que se desenrola! Em nenhum momento ficamos sabendo quem ou o que são os monstros, se são pessoas mutantes, crias do capeta, mortos-vivos ou qualquer coisa. Não sabemos de onde eles vem ou desde quando estão lá. Não sabemos o motivo que eles saem matando pessoas, ou porque eles moram em uma ponte, nem porque tem a fraqueza que tem. E qual o motivo deles perseguirem incessantemente as pessoas que sobreviveram a algum ataque ou que viram eles? Eles matam seguidamente? Pelo jeito não, porque a polícia nem ninguém nunca tinha ouvido falar ou visto nenhum.
Ah, é chegada mais uma vez a hora da tosqueira da semana! Apesar de eu ter escrito semana passada que ia tentar deixar mais enxutas as resenhas, recebi uns feedbacks dizendo que tava legal assim mesmo. Então, vamos ver como a coisa anda.
"Como você mata algo que não morre? Pra onde você corre quando eles estão em todos os lugares?"
Essa semana temos "A Morte", de 1989 ("The Dead Next Door", originalmente). O filme é bem caseiro, foi feito por amantes dos filmes trash de zumbis, com ajuda de um monte de amigos e o financiamento de Sam Raimi (enquanto buscava financiamento para o próprio filme, Evil Dead 2), sob os créditos de "The Master Cylinder"! Aí já ajuda né heheh
Sinopse:
Uma epidemia viral revive os mortos de uma região e a população se transforma em alimento dessas criaturas. Só resta o "Esquadrão Zumbi", liderados pelo bravo Raimi deter os mortos, mas tudo piora quando uma nova religião prega que os zumbis não devem ser exterminados.
Trailer:
Ficha técnica:
Título original: The Dead Next Door
Ano: 1989
País: EUA
Direção: J.R. Bookwalter
Roteiro: J.R. Bookwalter
Produção: "The Master Cylinder" (Sam Raimi), J.R. Bookwalter, Jolie Jackunas, Scott P. Plummer, Michael Todd
Elenco: Pete Ferry, Bogdan Pecic, Michael Grossi, Robert Kokai, ...
Foi todo feito com uma câmera 8mm, e pra quem não conhece, é um tipo de câmera amadora, que usa um filme bem pequeno (daí o nome, um filme de 8 milímetros), gerando muito ruído na imagem quando é ampliado para o tradicional tamanho de 35mm. Demorou 4 anos pra ficar pronto, e apesar dessa "cara" caseira dele, é um bom filme de zumbis.
É importante levar em conta que é um filme trash. O diretor, J.R. Bookwalter, na época tinha 18 anos! Já com ideias de trabalhar na indústria cinematográfica trash, foi quando atuou como figurante zumbi em "Dia dos Mortos" que viu como as coisas funcionavam, e decidiu dar a sua contribuição. As atuações são bem ruins, algumas tomadas são ruins e temos inclusive cenas completamente fora de foco. A trilha sonora do filme foi composta pelo próprio diretor, que não parece ser um grande músico. Tem umas cenas que deveriam mostrar o caos do mundo tomado por zumbis, mas lá no fundo, depois da "horda", tem carros e pessoas passando tranquilamente. Outras coisas que podem ser vistas são alguns figurantes (zumbis ou não), rindo algumas vezes. A iluminação em várias cenas também é bem ruim. Mas todas essas tosqueiras nesse filme em especial, parecem ajudar.
Apesar de várias "falhas técnicas", os efeitos compensam. Tem um monte de zumbis no filme, um monte de sangue, tripas, nojeira, mais sangue, cabeças falsas, atropelamentos, tiroteios, mãos mastigadas, e por aí vai. É de se elogiar o trabalho que tiveram nesse quesito. Claro que também tem uns figurantes zumbis que só tem a cara pintada de preto (por mais bizarro que isso pareça, é verdade), mas tem bastante gore muito bem feito durante todo o filme.
Antes de mais nada, o filme é uma grande homenagem aos clássicos filmes de terror e seus responsáveis. Há muitos personagens com nomes como Raimi, Romero, Carpenter, Savini, King, entre outros. Em uma das cenas, vemos uns soldados assistindo "Evil Dead", e um deles diz pro protagonista (Raimi) que ele deveria ver também, que com certeza aprenderia a matar zumbis. Detalhe: a voz do personagem principal não é a voz do ator, mas sim a do Bruce Campbell, estrela de Evil Dead. O ator, Peter Ferry, até lembra as vezes, com um queixão e umas caretas que faz de vez em quando. Provavelmente o papel tenha sido criado com o "Ash" em mente.
O filme é um clássico e deve ser assistido aos amantes do gênero de filmes de terror trash, em especial os de zumbi. Esse é o público que com certeza vai gostar do filme. Já quem esporadicamente assiste algum filme de terror de Hollywood e acha que "Navio Fantasma" é muito assustador ou demasiadamente sangrento, deve passar longe.
Meus caros mortos-vivos, aqui estamos para mais uma Terça Trash! A pérola da semana é "A Visão do Terror", como foi lançado no Brasil, e que tem como título original "TerrorVision". O filme é de 1986 (tem muita coisa boa nesse ano!).
Ficha técnica:
Título Original: TerrorVision
Ano: 1986
País: EUA
Direção: Ted Nicolaou
Roteiro: Ted Nicolaou
Produção: Albert Band
Elenco: Diane Franklin, Mary Woronov, Gerrit Graham, Chad Allen, Jon Gries, Bert Remsen, Sonny Carl Davis, Ian Patrick Williams, Jennifer Richards
A sinopse do filme é a seguinte:
Uma brilhante energia monstruosa é remetida à Terra e aparece ao vivo na televisão de uma família, por um acidente cósmico. O chefe da família chama um técnico para resolver o defeito, acreditando ser um problema da TV. Eles parecem não ligar para o estranho fenômeno. A filha adolescente vai namorar, os pais participam despreocupadamente de uma sessão de troca de casais e o avô fica assistindo à televisão junto com o neto. O monstro, cheio de tentáculos e ameaçador sai do monitor e engole o técnico, partindo para novas vítimas. O monstro devora, também, o avô do garoto, mas ninguém acredita quando este relata o acontecimento, afinal, como um monstro poderia ter assassinado o avô, se uma pessoa igual a ele está no quarto?
E a versão curta:
Poderosa forma de energia vinda do espaço provoca estranhos fenômenos na Terra, quando captados pela antena parabólica de uma família americana.
Vejam o trailer da bagaça:
E o poster (que eu acho massa, gostaria de ter um):
O filme é uma daquelas comédias de terror tipicamente oitentista. Tem coisas totalmente sem pé nem cabeça (além de um monstro do espaço, eu quero dizer), personagens caricatos, situações politicamente incorretas, monstro alienígena gosmento, criança dando tiro de metralhadora, nojeira... Ou seja, filme divertido que vale o tempo!
Mais uma vez, contei aqui praticamente todo o filme, com um monte de imagens, vídeos e gifs. E lááá no final, tem um resumão de tudo isso. Vou tentar evitar fazer isso, porque além de ser bem trabalhoso, acho que não é muito o formato de "resenha" que muita gente procura. Esses montes de imagens e gifs eu vou postar no novo Tumblr do site! Acessem!
Bem, vamos lá!
No início, vemos Plutão, mais precisamente na "Unidade de Descarte de Criaturas Mutantes" do Departamento de Saneamento. Lá, os bichinhos de estimação, ao sofrerem alguma mutação (o que parece ser comum), são transformados em energia e enviados como "lixo energético" pros confins no universo. Por um erro de cálculo, um desses monstrengos acaba vindo na direção da Terra (depois de sua forma energética brincar de pinball entre planetas).
Depois dessa introdução, vemos os créditos do filme, acompanhados da música tema, da "The Fibonaccis", uma banda de rock dos anos 80.