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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

The Killer Robots! Crash and Burn (2016) Tosqueira feita em casa! [Terça Trash]

2018 começou com essa tranqueira braba. Primeiro filme trash assistido no ano tem grandes chances de ser o mais trash do ano todo!


The Killer Robots! Crash and Burn é de 2016, e é o segundo filme desses robôs, sendo o outro de 2009, e antes tinha saído um desenho animado. Não cheguei a ver nenhum dos outros, e esse foi escolhido aleatoriamente pra ser assistido. Pelo que eu descobri, os Killer Robots são uma banda americana que se apresenta assim, todos fantasiados, bem estilo Gwar, só que muito mais pobre e pior. Os caras tem um canal no YouTube bem ativo, com vídeos desde 2006 e uma série animada saindo episódios atualmente.

The Killer Robots

Gwar

A direção é por conta de Sam Gaffin, que além de ser também responsável por escrever, fazer as animações e tudo mais, também é o Auto, um dos robôs.



domingo, 2 de agosto de 2015

Hard Rock Zombies (1985) - Tosqueira musical insana [Terça Trash]

Esse filme... ah, esse filme! Transbordando insanidade! Eu realmente nem sei por onde começar. 

Conhecia só de nome, e em "homenagem" ao Dia Mundial do Rock (mas que só no Brasil dão "importância"), resolvi assistir e resenhar. Grata surpresa! Uma das maiores trasheiras envolvendo música que eu já tive o prazer de assistir!

Hard Rock Zombies foi dirigido e escrito por Krishna Shah, indiano vivendo nos EUA, que no início da carreira fez filmes premiados e muito bem falados. Por alguma loucura dele, e pra nossa felicidade, o cara se meteu a fazer cinema cara de pau. Além desse filme aqui, também fez American Drive-In, uma comédia adolescente. No roteiro, teve ajuda de David Allen Ball, em ambos os filmes.

No elenco, a maioria sem uma carreira expressiva. Na verdade, a maioria fez bem pouca coisa. O mais "famoso" entre eles é Phil Fondacaro, o anão que já fez um monte de filmes. Interpretando o vocalista da banda, está E.J. Curse (creditado como E.J. Curcio), que não fez nenhum grande filme, mas é músico, e além de ter a banda Silent Rage (com seu auge, apesar de não muito expressivo, nos anos 80), atualmente é baixista da banda de Gilby Clarke (que tocou no Guns 'n Roses, Rolling Stones, entre outras).

Poster:


Sinopse:
Uma banda de hard rock viaja para uma remota cidade do interior para uma apresentação. Apesar dos estranhos habitantes da cidade, a banda parece não se intimidar e o vocalista se apaixona por uma jovem pacata chamada Cassie. Após a banda ser assassinada por psicopatas, Cassie invoca a banda direto do túmulo para salvá-la.
E o trailer:


O filme é uma mistura de tudo que o diretor pensou em uma tempestade de ideias malucas. Temos uma banda de rock, uma família psicopata, pessoas ultra conversadoras, zumbis toscos, e por aí vai. Tem vezes que o negócio surpreende, mostrando umas figuras ainda mais bizarras que não se sabe o motivo delas estarem presentes.

O andamento não é muito rápido. Mesmo acontecendo um monte de coisa diferente, tem vezes que o filme fica meio parado, chatinho até. Os momentos musicais levam incontáveis minutos. Sério, toda vez que a banda toca uma música, ela toca por inteiro! Mesmo assim, não chega a ser cansativo, temos bobagens acontecendo o tempo todo no filme.


Hard Rock Zombies é daqueles que tem total consciência do que são. Nunca se leva a sério (e nem deveria), conseguindo assim apresentar algumas cenas completamente malucas em meio ao desenrolar da história (que é completamente insana também). Coisas como um anão zumbi atacando uma vaca ou uma velha mulher-lobo (qual seria a palavra pra uma mulher lobisomem?) que ataca com facas.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Dead Meat - O Banquete dos Zumbis (Dead Meat - 2004) - O mal da vaca louca! [Terça Trash]

Eu já vi zumbis surgindo de muitas maneiras diferentes. Muitas mesmo. De vodu (que é pra jacu) até mordida de macaco-rato da Sumatra. E no caminho, uma infinidade de causas. Mas o que eu ainda não tinha visto (apesar de saber da existência), eram os zumbis criados através de uma infecção causada pelo "mal da vaca louca", presentes em Dead Meat - O Banquete dos Zumbis.

O filme irlandês de 2004 usa isso como diferencial. Afinal de contas, ninguém ainda tinha usado a tal doença bovina (que ficou famosa na década de 90, pelo tanto de casos que aconteceram) como estopim para o apocalipse zumbi.

Eu lembro de quando o filme surgiu. Na época, apareceu em algumas locadoras, mas eu nunca me prestei a assistir. Uns amigos viram, e comentavam que era tosqueira das brabas. Acho que por isso acabei nunca vendo ele, até agora. Que arrependimento!

Eu sempre imaginei que esse filme fosse muito ruim, daqueles que tentam ser muito inovadores e nos entendiam. Achei que ia ter vacas monstruosas atacando e coisas assim (não que não tenha, mas pelo menos não abusaram). Pra minha surpresa, assisti um filme sem nada de original (fora a origem dos zumbis), mas que consegue fazer bem o que se propõe. Na verdade, eu senti como se fosse um daqueles filmes de zumbi europeus das décadas de 70 e 80, com roteiro direto (pra não dizer raso), poucos personagens e locações bonitas. O que é bom!

Sinopse:
As portas do inferno parecem se abrir quando uma estranha mutação de vacas loucas passa a contaminar todo o país, transformando pacatos seres humanos em horrendos zumbis que se alimentam de carne humana. É em meio a esse caos que a jovem turista Helena e o coveiro local Desmond deverão lutar pela sobrevivência. Juntos, eles viverão intensos momentos de horror, sempre correndo o risco de ser a principal atração do banquete desses zumbis.
Poster (na verdade, a capa do DVD):


Trailer:



terça-feira, 30 de junho de 2015

O Rato Humano (Quella Villa In Fondo Al Parco/The Rat Man - 1988) - E não é da Sumatra! [Terça Trash]

Na Terça Trash dessa semana, o filme escolhido é "O Rato Humano", uma bosta italiana ruim demais. E não é daqueles que são trash engraçados nem nada. É um filme "sério" (se é que dá pra chamar assim), então não esperem diálogos patetas, personagens bestas (no sentido da inclinação a comédia) nem nada assim.

Poster:


Sinopse:
Em uma ilha do Caribe, uma modelo é encontrada morta, mas seu corpo parece ter sido devorado por ratos. A irmã da modelo, com ajuda de um escritor, partem para investigar, já que a polícia não ajuda muito. E eles encontram um rastro de vítimas de uma criatura feroz.
 Trailer:


Dirigido por Giuliano Carnimeo, conhecido por ter feito também coisas como "Os Exterminadores do Ano 3000" e faroestes como "Sartana, o Matador". O roteiro é obra de Dardano Sacchetti responsável por outras pérolas como "Demons - Filhos das Trevas", "Zumbi 2 - A Volta dos Mortos ", "Os Guerreiros do Bronx", "Manhattan Baby", "Pavor na Cidade dos Zumbis" e diversos outros. Mesmo, o cara escreveu muitos clássicos da podreira italiana! A produção ficou a cargo da Fulvia Film, que proporcionou ao mundo contemplar "Zombie Holocaust", "Nova York - Cidade Violenta", "Guerreiros do Futuro" entre outros.


Começando pelo tal título original, "Quella Villa In Fondo Al Parco" (algo como "A Casa no Fundo do Parque") que não faz sentido pra mim. Que parque? Que casa? Tem um monte de casas! A casa de quem, do cientista/médico? Alguma das casas abandonadas do vilarejo? A casa abandonada que a mulher morre no início? E aí?!

terça-feira, 23 de junho de 2015

Doom Asylum (1987) - Punks ou mauricinhos, todos idiotas [Terça Trash]

Ah, aquela frase tão conhecida pelos fãs da tosqueira: "É tão ruim que é bom!". Parece que foi feita pensando em Doom Asylum! O filme dirigido por Richard Friedman é desses sem pé bem cabeça mas recheados de coisas que divertem, e convenhamos, é o que importa!

Eu não conhecia essa pérola, nunca tinha ouvido falar nem visto nada a respeito, até encontrar baixar pouco tempo atrás. Então sem conhecer muita coisa sobre o filme (só a capa), fui sem nenhum tipo de expectativa. E fui surpreendido por um filme que não se leva nem um pouco a sério, não tenta ser coerente e que mesmo sendo podre, agrada.

Algo que vale a pena ser comentado é que o filme tem duas atrizes que foram estrelas em revistas de mulher pelada na época. Patty Mullen na Penthouse e Ruth Collins na Playboy.

Basicamente, temos um assassino desfigurado em carne viva, estilo Freddy Krueger, que também se assemelha pelas piadinhas infames ao confrontar os imbecis que andam pelo sanatório abandonado, que por algum motivo qualquer, é seu lar. E na parte das vítimas, temos dois grupos: um grupo é composto de amigos idiotas, cada um com um estereótipo diferente, e no outro grupo temos uma banda "pós-punk-techno-anarquista-muito-louca".

Sinopse:
Um demente médico legista usa equipamentos de autópsia para matar jovens que invadiram um abandonando sanatório no qual ele vive.
Eu preciso comentar essa sinopse. Apesar de estar certa, ela não faz sentido! O tal "médido legista" não é médico, é um advogado! Gostaria de entender o motivo do cara não ser um médico desde o início. Porque ele "zumbificado" anda de jaleco, equipamentos médicos e é chamado de "Coroner".

Poster:


Trailer:

Não achei nenhum trailer do filme! (mas no final tem uma compilação de cenas do filme)

Ficha técnica:
Dirigido por Richard Friedman
Produzido por Steven G. Menkin
Escrito por Richard Friedman, Rick Marx e Steven G. Menkin
Estrelando Patty Mullen, Ruth Collins, Kristin Davis, William Hay, ...
Música por Dave Erlanger, Jonathan Stuart

terça-feira, 16 de junho de 2015

Redneck Zombies (1987) - Cachaça sabor zumbi! [Terça Trash]

Se alguém precisa de um porquê pra não encher a cara com trago artesanal feito em um barril de lixo tóxico (e radioativo), Redneck Zombies nos dá um excelente motivo. O filme foi produzido em 1987 (alguns sites datam 1989) pela Full Moon Pictures (que já fez coisas como Evilbong e Gingerdead Man) e teve distribuição da lendária Troma (quem tá aqui, já deve conhecer, e se não conhece, vai atrás AGORA!). Foi todo feito em vídeo (foi filmado em VHS!), sendo o primeiro filme nesse formato distribuído pela produtora.


"Viva rápido, morra jovem e deixe um belo cadáver."


Redneck Zombies é daquele tipo de filme que de tão ruim, chega a ser bom. A história é completamente besta, as atuações são exageradas e caricatas, e muito sangue, tripas, gosma e nojeiras, ou seja, divertido como um filme trash dos bons deve ser!

Resenha:
No interior dos Estados Unidos, um barril de resíduos radioativos, cai de um caminhão do exército na floresta. Alguns caipiras dementes encontram-o e usam como parte de sua destilaria. Todos que bebem do licor produzido por eles se transformam em zumbis.
Poster:

Trailer:


Ficha técnica:
Dirigido por Pericles Lewnes
Produzido por Pericles Lewnes e George Scott
Escrito por Fester Smellman
Argumento por Zoofeet e P. Floyd Piranha
Elenco: Lisa de Haven, W.E. Benson, William W. Decker, James Housley, Austin "Amac" McLaurine, Austin "Sexy Man" Brewer
Orçamento estimado de 10 mil dólares
O filme não tem muita enrolação quanto a história, mas apresenta um monte de cenas só pra "encher linguiça" e aumentar o tempo, mais adiante eu mostro. Mas então vamos ao que interessa, o filme!


terça-feira, 9 de junho de 2015

Maníacos de Neon (Neon Maniacs - 1986) - Nem todo monstro mutante assassino gosta de banho! [Terça Trash]

A tosqueira da semana é o desconhecido Neon Maniacs. Eu, pelo menos, nunca ouvi falar muito dele. É um filme estranho, sem começo, meio nem fim. É um pouco slasher, um pouco filme de monstro, um pouco musical...

"Há 12 motivos para ter medo do escuro. E todos são assassinos."

A sinopse:
No coração de São Francisco, as legiões do mal aguardam sob a ponte Golden Gate. Quando a noite cai, o batalhão da carnificina fica à solta pela cidade, levando terror aos inocentes. Mas quando uma jovem garota chamada Natalie sobrevive a um violento massacre juvenil, ela não consegue convencer ninguém que um exército de "monstros" psicopatas matou seus amigos. Agora assombrada, caçada e tendo problemas na escola, Natalie deve se armar, com ajuda de amigos para uma batalha final contra o horror dos MANÍACOS DE NEON.
O trailer:


E o poster:


Tecnicamente, o filme não é dos piores. Tem algumas cenas legais e tomadas interessantes. Em algumas partes, o clima construído é massa, como quando os monstros vão surgindo da névoa. A maquiagem e efeitos é o ponto forte do filme. Cada um dos monstros tem características próprias, e são bem legais (temos excessões, como mais adiante vou mostrar). As mortes são bem feitinhas (as dos monstros, principalmente).

O roteiro foi escrito por Mark Patrick Carducci, que escreveu também os bons "A Vingança do Diabo (Pumpkinhead)", e "Sepultado Vido (Buried Alive)". O diretor é Joseph Mangine, que trabalhou em vários filmes como diretor de fotografia, como em "Alligator - O Jacaré Gigante" e "A Espada e os Bárbaros". Com isso, até dá pra se esperar algo, principalmente do roteiro, mas...

Mas, entretando, porém, o filme não engrena. O culpado de tudo, na minha opinião, é o roteiro. Ele simplesmente não existe! O filme não tem uma história que se desenrola! Em nenhum momento ficamos sabendo quem ou o que são os monstros, se são pessoas mutantes, crias do capeta, mortos-vivos ou qualquer coisa. Não sabemos de onde eles vem ou desde quando estão lá. Não sabemos o motivo que eles saem matando pessoas, ou porque eles moram em uma ponte, nem porque tem a fraqueza que tem. E qual o motivo deles perseguirem incessantemente as pessoas que sobreviveram a algum ataque ou que viram eles? Eles matam seguidamente? Pelo jeito não, porque a polícia nem ninguém nunca tinha ouvido falar ou visto nenhum. 

terça-feira, 2 de junho de 2015

A Morte (The Dead Next Door - 1989) - Cuidado onde coloca as mãos! [Terça Trash]

Ah, é chegada mais uma vez a hora da tosqueira da semana! Apesar de eu ter escrito semana passada que ia tentar deixar mais enxutas as resenhas, recebi uns feedbacks dizendo que tava legal assim mesmo. Então, vamos ver como a coisa anda.

"Como você mata algo que não morre? Pra onde você corre quando eles estão em todos os lugares?"

Essa semana temos "A Morte", de 1989 ("The Dead Next Door", originalmente). O filme é bem caseiro, foi feito por amantes dos filmes trash de zumbis, com ajuda de um monte de amigos e o financiamento de Sam Raimi (enquanto buscava financiamento para o próprio filme, Evil Dead 2), sob os créditos de "The Master Cylinder"! Aí já ajuda né heheh

Sinopse:
Uma epidemia viral revive os mortos de uma região e a população se transforma em alimento dessas criaturas. Só resta o "Esquadrão Zumbi", liderados pelo bravo Raimi deter os mortos, mas tudo piora quando uma nova religião prega que os zumbis não devem ser exterminados.
Trailer:


Ficha técnica:
Título original: The Dead Next Door
Ano: 1989
País: EUA
Direção: J.R. Bookwalter
Roteiro: J.R. Bookwalter
Produção: "The Master Cylinder" (Sam Raimi), J.R. Bookwalter, Jolie Jackunas, Scott P. Plummer, Michael Todd
Elenco:  Pete Ferry, Bogdan Pecic, Michael Grossi, Robert Kokai, ...
Foi todo feito com uma câmera 8mm, e pra quem não conhece, é um tipo de câmera amadora, que usa um filme bem pequeno (daí o nome, um filme de 8 milímetros), gerando muito ruído na imagem quando é ampliado para o tradicional tamanho de 35mm. Demorou 4 anos pra ficar pronto, e apesar dessa "cara" caseira dele, é um bom filme de zumbis.

É importante levar em conta que é um filme trash. O diretor, J.R. Bookwalter, na época tinha 18 anos! Já com ideias de trabalhar na indústria cinematográfica trash, foi quando atuou como figurante zumbi em "Dia dos Mortos" que viu como as coisas funcionavam, e decidiu dar a sua contribuição. As atuações são bem ruins, algumas tomadas são ruins e temos inclusive cenas completamente fora de foco. A trilha sonora do filme foi composta pelo próprio diretor, que não parece ser um grande músico. Tem umas cenas que deveriam mostrar o caos do mundo tomado por zumbis, mas lá no fundo, depois da "horda", tem carros e pessoas passando tranquilamente. Outras coisas que podem ser vistas são alguns figurantes (zumbis ou não), rindo algumas vezes. A iluminação em várias cenas também é bem ruim. Mas todas essas tosqueiras nesse filme em especial, parecem ajudar.


Apesar de várias "falhas técnicas", os efeitos compensam. Tem um monte de zumbis no filme, um monte de sangue, tripas, nojeira, mais sangue, cabeças falsas, atropelamentos, tiroteios, mãos mastigadas, e por aí vai. É de se elogiar o trabalho que tiveram nesse quesito. Claro que também tem uns figurantes zumbis que só tem a cara pintada de preto (por mais bizarro que isso pareça, é verdade), mas tem bastante gore muito bem feito durante todo o filme.

Antes de mais nada, o filme é uma grande homenagem aos clássicos filmes de terror e seus responsáveis. Há muitos personagens com nomes como Raimi, Romero, Carpenter, Savini, King, entre outros. Em uma das cenas, vemos uns soldados assistindo "Evil Dead", e um deles diz pro protagonista (Raimi) que ele deveria ver também, que com certeza aprenderia a matar zumbis. Detalhe: a voz do personagem principal não é a voz do ator, mas sim a do Bruce Campbell, estrela de Evil Dead. O ator, Peter Ferry, até lembra as vezes, com um queixão e umas caretas que faz de vez em quando. Provavelmente o papel tenha sido criado com o "Ash" em mente.


O filme é um clássico e deve ser assistido aos amantes do gênero de filmes de terror trash, em especial os de zumbi. Esse é o público que com certeza vai gostar do filme. Já quem esporadicamente assiste algum filme de terror de Hollywood e acha que "Navio Fantasma" é muito assustador ou demasiadamente sangrento, deve passar longe.

terça-feira, 26 de maio de 2015

A Visão do Terror (TerrorVision - 1986) [Terça Trash]

Meus caros mortos-vivos, aqui estamos para mais uma Terça Trash! A pérola da semana é "A Visão do Terror", como foi lançado no Brasil, e que tem como título original "TerrorVision". O filme é de 1986 (tem muita coisa boa nesse ano!).


Ficha técnica:
Título Original: TerrorVision
Ano: 1986
País: EUA
Direção: Ted Nicolaou
Roteiro: Ted Nicolaou
Produção: Albert Band
Elenco: Diane Franklin, Mary Woronov, Gerrit Graham, Chad Allen, Jon Gries, Bert Remsen, Sonny Carl Davis, Ian Patrick Williams, Jennifer Richards
A sinopse do filme é a seguinte:
Uma brilhante energia monstruosa é remetida à Terra e aparece ao vivo na televisão de uma família, por um acidente cósmico. O chefe da família chama um técnico para resolver o defeito, acreditando ser um problema da TV. Eles parecem não ligar para o estranho fenômeno. A filha adolescente vai namorar, os pais participam despreocupadamente de uma sessão de troca de casais e o avô fica assistindo à televisão junto com o neto. O monstro, cheio de tentáculos e ameaçador sai do monitor e engole o técnico, partindo para novas vítimas. O monstro devora, também, o avô do garoto, mas ninguém acredita quando este relata o acontecimento, afinal, como um monstro poderia ter assassinado o avô, se uma pessoa igual a ele está no quarto?
E a versão curta:
Poderosa forma de energia vinda do espaço provoca estranhos fenômenos na Terra, quando captados pela antena parabólica de uma família americana.
Vejam o trailer da bagaça:



E o poster (que eu acho massa, gostaria de ter um):


O filme é uma daquelas comédias de terror tipicamente oitentista. Tem coisas totalmente sem pé nem cabeça (além de um monstro do espaço, eu quero dizer), personagens caricatos, situações politicamente incorretas, monstro alienígena gosmento, criança dando tiro de metralhadora, nojeira... Ou seja, filme divertido que vale o tempo!

Mais uma vez, contei aqui praticamente todo o filme, com um monte de imagens, vídeos e gifs. E lááá no final, tem um resumão de tudo isso. Vou tentar evitar fazer isso, porque além de ser bem trabalhoso, acho que não é muito o formato de "resenha" que muita gente procura. Esses montes de imagens e gifs eu vou postar no novo Tumblr do site! Acessem!

Bem, vamos lá! 

No início, vemos Plutão, mais precisamente na "Unidade de Descarte de Criaturas Mutantes" do Departamento de Saneamento. Lá, os bichinhos de estimação, ao sofrerem alguma mutação (o que parece ser comum), são transformados em energia e enviados como "lixo energético" pros confins no universo. Por um erro de cálculo, um desses monstrengos acaba vindo na direção da Terra (depois de sua forma energética brincar de pinball entre planetas).





Depois dessa introdução, vemos os créditos do filme, acompanhados da música tema, da "The Fibonaccis", uma banda de rock dos anos 80. 


terça-feira, 19 de maio de 2015

Monster Brawl (2011) - Luta livre de monstros! [Terça Trash]

Mais uma semana, e mais uma resenha. Dessa vez, escolhi Monster Brawl, um filme que tinha no HD faz tempo. Só sabia que na história dele havia um torneio com monstros lutando. Mas não sabia mais nada do roteiro. Confere o trailer aí:


E o poster:


E pra minha surpresa, o filme não é nada além do título: uma briga entre monstros!

terça-feira, 12 de maio de 2015

Wolfcop (2014) - Metade lobo, metade pinguço [Terça Trash]

E aqui estamos para mais uma Terça Trash! Essa semana o filme resenhado é o canadense Wolfcop, de 2014. O filme é cria do diretor e roteirista Lowell Dean. Confira o trailer da bagaça 100% cara de pau:



Wolfcop poster
poster foda!
Depois de ver o trailer e o poster, tem como não gostar? Mas não é só pela premissa que o filme se garante. Retrô até a alma, o filme é mais um dessa safra com um clima de exploitation anos 80. Ele consegue se sustentar ao longo dos 79 minutos recheados de sangue, efeitos práticos, situações bizarras (e várias engraçadas), tetas, ação e até mesmo intriga e corrupção!

Wolfcop

Lou Garou, Wolfcop

O filme conta a história de um policial chamado Lou Garou (nada sutil né?). O cara é alcoólatra e não faz nada direito, nunca chega no trabalho na hora, etc. Ele também é o cara da cidadezinha que ninguém dá bola ou respeita.

Wolfcop

Wolfcop
Esse não é o Lou, é só um cara qualquer com sua reação ao policial

terça-feira, 5 de maio de 2015

Wyrmwood - Road of the Dead (2014) - Zumbis explosivos! [Terça Trash]

Essa semana, o escolhido pra ser resenhado foi o australiano Wyrmwood, de 2014. O filme de baixo orçamento que demorou 4 anos pra ficar pronto, pois era filmado nos fins de semana, foi considerado o mais pirateado do mundo! Como muitos produtores independentes, o filme passou por campanha de financiamento coletivo, teve muita propaganda para criar uma grande base de fãs, recebeu ajuda do governo... E deu certo!


Wyrmwood poster
um dos vários cartazes feitos para o filme
É o primeiro filme dos irmãos Kiah e Tristan Roache-Turner, que em seu currículo têm curta-metragens e propagandas. A ideia, como foi amplamente utilizada nos materiais de divulgação, era juntar elementos de Mad Max e Despertar dos Mortos. O resultado disso: um filme de zumbis com bastante ação, gore e muito divertido!

Na trama, do dia para a noite, todos que não tem sangue A positivo viram zumbis. Não há nenhuma explicação além disso, mas que também não se faz necessária. Por algum motivo qualquer, os combustíveis conhecidos deixam de ser inflamáveis, fazendo com que os carros não funcionem. Mas logo eles descobrem que o sangue e o gás liberado pelos zumbis é altamente inflamável, e começam a usar os mortos-vivos como tanque de combustível!

O filme não fica chato em momento nenhum, se não há ação, alguma coisa pertinente está acontecendo. Ou os personagens estão lutando com zumbis, ou fugindo deles, ou estão confrontando outros seres humanos. Ou então sendo cobaia deles!

As tomadas são boas, e remetem a alguns clássicos do gênero. Há alguns ângulos de câmera inusitados, e vemos que em algumas cenas foi utilizada uma GoPro (ou uma lente com efeito "olho de peixe" similar).

Clique para seguir lendo e saber mais sobre a história do filme em si, acompanhado com várias imagens (mas dessa vez, sem muitos spoilers importantes).

terça-feira, 28 de abril de 2015

A Noite do Cometa (1984) - E cadê os zumbis?! [Terça Trash]

Ah, década de oitenta! Mais uma vez nos mostrando do que foi feita. Em "A Noite do Cometa", de 1984, temos um enredo que parece interessante: pós-apocalíptico, com zumbis, marginais, cientistas e tiroteio. Só coisa boa né?! Mas não é bem assim, infelizmente, como podem ler adiante.

Ficha técnica:
Título original: Night of the Comet
Ano produção: 1984
Diretor: Thom Eberhardt
Data de estreia : 16 de Novembro de 1984
Duração: 95 minutos
Gênero: Comédia, ficção científica e terror
Países de origem: Estados Unidos da América

Night of the Comet
Gosto desse poster!

O filme gira em torno de duas irmãs que são sobreviventes da passagem do cometa, que transformou quase todo mundo em pó, e outros em zumbis. Elas saem em busca de mais sobreviventes, trocando tiros com psicopatas e se vêem enrascadas em uma base científica tão perigosa quanto os zumbis.

Com uma sinopse dessas, eu esperava um filme mais sério, com bastante ação e até mesmo gore, por conta dos zumbis. Mas não é o caso. O filme vai mais pro lado da comédia, com zumbis aparecendo muito de vez em quando (acho que aparecem 5 no filme todo). Não que isso seja ruim, eu adoro filmes de "terrir".

As atrizes que interpretam as irmãs estão muito bem, e suas aventuras não chegam a ser (tão) chatas. Mas na minha opinião, o filme peca pela pouca ação. Os cenários são legais, as cores são boas, os penteados totalmente anos 80, tudo está lá. É um filme legalzinho, mas que não pode ser comparado com outros mega clássicos da mesma época.

O final do filme... bah! Não vou dar spoiler, só vou dizer que é cretino! hehehe

Clique para seguir lendo e ver muitas imagens do filme, acompanhadas por um resumão dele.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A Semente do Mal (Evil Spawn - 1987)

Tem vezes que a "coleção" de filmes (ou livros, HQs, jogos, ...) aumenta mais rápido que a gente dá conta de assistir. E aí quando resolve ver algum filme, fica meio perdido com tanta opção. Com as trasheiras isso não é diferente. Resolvi assistir um filme, e sorteei um em meio a tanta podreira. O escolhido foi "A Semente do Mal". Não sabia nada do filme, só que o nome original dele era Evil Spawn.


Atenção! Essa resenha contém spoilers, pois eu vou contando/analisando a história do filme.

No início temos uma "explicação" do que o filme se trata. Uma sonda espacial retorna trazendo microorganismos alienígenas para estudo em um laboratório. E o filme é sobre o uso e mal uso deles. É bem isso que diz no início do filme.

A primeira cena mostra essa sonda no espaço, em direção da Terra.


E então corta pra um lugar (querendo parecer com um laboratório de pesquisa), onde um cara trabalha em um computador. Surge uma mulher que não sabe-se quem é, abrindo uma espécie de jaula, não sabe-se o por quê, com o que parece ser um filhote de monstrengo, que não sabe-se da onde saiu (até sabemos, da sonda, mas nada é falado sobre isso).


Quando o cara se dá conta que a jaula está aberta, tenta sair do lugar, mas a mulher misteriosa bloqueia a porta. E então a aranha-cachorro alienígena ataca ele. Salta um pouco de sangue aqui e ali, mas nada de mais. O cara nem morre, e o bicho some.


Enquanto isso, um casal de idiotas procura um gatinho perdido no fundo de um beco sujo de madrugada. Eu não faria isso. Ao saírem, o caminho é barrado pelo cientista que foi atacado, que tá muito malucão, com jeito de bêbado. Ao tentar tirar ele do caminho, o magrão tem o braço arrancado, e a guria pega o jipe e passa em cima do tio doidão.




E mais uma vez aparece a "mulher misteriosa", acendendo um cigarro em uma pose vitoriosa, como quem pensa "hehehe tá saindo exatamente como eu planejava". Mas até agora não deu pra entender nada do filme ainda. O que essa mulher tá planejando? O que aquele bicho fez com o cientista pra ele sair arrancando braços? E o monstrinho, vai aparecer de novo pra atacar mais gente, agora que o cara que ele atacou e ficou loucão morreu?


Depois disso, sem saber as repostas de nenhuma das perguntas, surge um velho, que então ficamos sabendo que é um cientista com um grande projeto. Ele tá morrendo por algum motivo qualquer que não é explicado, e diz pra mulher misteriosa que ela precisa manter a pesquisa dele. Que o futuro está nas mãos dela. E morre.



Encerrando essa cena tocante e dramática, a mulher sai fora dizendo que o futuro da pesquisa já era. Ela é muito má! Sente só o olhar maléfico.


Na sequência, surge a protagonista, Lynn Roman, que é uma atriz em decadência por já não ser mais uma jovenzinha. Há tempos não consegue um papel importante, mas pretende conseguir um em um filme dirigido por um cara conhecido dela. O agente dela fica enrolando e só passa bicheira pra mulher estudar, mas ela quer um Oscar!

Tem até um sonho dela recebendo o prêmio, e o massa é que a estatueta parece um trofeuzinho de torneio de escola. Quando ela vai pegar, acaba se transformando, meio que derretendo a pele.




Então do nada, enquanto Lynn tá tomando um banho de sol, surge a malvadona no pátio da casa oferecendo um produto que deixaria ela jovem pra sempre. Tá, mas peraí... o que isso tem a ver com o monstrinho alienígena, o cientista que ficou loucão e arrancou o braço de um cara e o véio?
Ela tenta convencer a atriz a usar aquilo, porque já tinha sido testado por um monte de gente e tal. A resposta que recebe é um não, mas mesmo assim deixa lá as ampolas.

Mesmo negando que ia usar o tal produto, Lynn fica pensando que quer o papel principal, resolve usar o negócio e ter uma pele jovem e maravilhosa. Como é fácil né? Ela recebeu agulha e ampolas de uma completa desconhecida e simplesmente decidiu que ia injetar aquilo.

E o que acontece é que dá merda. Ela passa mal e fica com uns dentões, meio deformada e desmaia. Mas ao acordar já tá tudo normal.



Lynn recebe a visita de um cara que tá escrevendo a biografia dela, mas ela não dá muita conversa dizendo que tem que se preparar pra festa onde vai fazer uma média com a produção do filme novo que ela quer tentar o papel de protagonista. Mas ela diz pro cara que tá tomando um produto muito bom pra pele, que o cientista responsável era tri famoso e tal. O escritor sai meio desconfiado, dizendo que já viu o nome do cientista em algum lugar, mas não lembra onde.

No outro dia, encontra com o diretor do tal filme pra ir numa festa, como quem não quer nada. Ao chegar de volta, conversa com o cara sobre isso, e ele diz que não tem chance nenhuma. O homem diz que o papel é pra uma mulher jovem, morena e de cabelo comprido. Ela fica de cara e sai fora.

Ao chegar em casa, malucona já, vê a empregada tomando banho de piscina pelada. E segue com as vozes na cabeça falando que o papel é pra alguém com a descrição da empregada. Então a mulher se transforma em um monstro digno do Jaspion e mata a empregada! O monstro é tipo uma barata antropomórfica com garras e que suga (?) o sangue das pessoas!


De volta a forma humana mas ainda revoltada, Lynn vai atrás do agente dela. Nessa altura ela já tá doidona do negócio que ela vem usando. E inexplicavelmente, ao chegar no escritório do cara, ela puxa uma ampola e injeta. Por que ela faria isso, se ela usava achando que era pra ficar bonita?! Bem, ela acaba se transformando de novo e dessa vez o agente é a vítima.



Em uma passagem mais nonsense que o resto do filme, a mulher misteriosa, cientista e vilã, tem a casa cercada pela polícia. No apartamento dela, um monte de recortes de revista com fotos de Lynn Roman. A mulher era obcecada, pelo que entendi, mas todo esse plano maligno que envolve alienígenas, drogas injetáveis que transformam em monstros e tudo mais, isso eu não entendi. Ao perceber que tá cercada, a mulher se mata.

Enquanto isso, o escritor lê sobre o cientista responsável pelo tal remédio, e vê que ele morreu e o trabalho dele foi por água abaixo por causa da mulher vilã maluca, transformando pessoas em psicopatas, como o cientista do início do filme.

Depois disso, Lynn ainda encontra o marido em casa com outra mulher, e dá conta deles também, do mesmo jeito tokusatsu trash. O escritor corre pra tentar ajudar Lynn, mas vai encontrando as pessoas mortas. Chama a polícia pra ajudar, mas é tarde demais pra ela.




A ganância foi demais, e fim de papo. O filme termina com o escritor falando algumas frases nesse sentido. E então, a surpresa final: sai de dentro dele um monstrenguinho, no estilo nascimento de Alien!

O trailer mostra tudo que pode ter no filme, vale a pena assistir:



Esse se puxou na tosqueira. Totalmente trash.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Doom Deathmatch

E recebemos mais visitas por aqui! Esses dias quem apareceu por Santa Maria foi o Da Cas, que anda pela Argentina também. Depois de comer o tradicional xis do Paulo Lanches, viemos aqui pra casa jogar alguma coisa.

Uns não tavam afim de jogar, e foram escolher algum dvd pra assistir. Levamos pra mesa o Doom pra jogar em modo deathmatch, entre 5 jogadores. Eu nunca tinha jogado assim, mas tinha as regras impressas dentro da caixa. Era pouca coisa e li enquanto a gurizada ficava de papo e comentando as lutas coreografadas do fime que já tava rolando: "Street Fighter - o Original", de 1974 e que não tem nada a ver com o jogo.



Com o mapa montado, cartas sorteadas e regras explicadas, iniciamos o tiroteio. Entre os participantes haviam humanos, zumbis, "aranhas", entre outros seres. O Aranhomem (o nome dado a um dos personagens) começou a matança.


Em seguida, o próprio Aranhomem virou alvo de Tiliputi e Maria Eunice, que sem piedade jogavam suas granadas e fuzilavam o pobre bicho.


Quando um personagem mata alguém, ganha pontos, que são usados como dinheiro pra comprar equipamento. É possível comprar equipamento quando o personagem morre, pois ele perde todas as armas que possuia. Se por acaso o jogador tiver grana, pode comprar itens de acordo com os preços de uma tabela.


O jogo foi equilibrando, e a galera se matando. O filme já tinha terminado, e o Tilips colocou Robocop pra rodar. Aranhomem seguia matando e sendo alvo, enquanto Power Destructor e Meuhomem tentavam alcançar o resto do pessoal pra encher de bala.

Mas então veio um momento muito importante, e tivemos uma pequena pausa.


O Murphy ia ser morto!


Consegui capturar uma das cenas mais legais do filme! hehehe

Bem, voltando ao jogo, já estava demorando mais do que a gente achou que deveria, e decidimos jogar até 4 mortes. Maria Eunice e Aranhomem já tinham 3. E então a Maria Eunice, voltando de uma morte dolorosa, gastou suas economias em uma BIG FUCKING GUN (também conhecida como BFG), e simplesmente desintegrou 3 personagens (incluindo ela mesma).


Na foto: Eu (Power Destructor - 2 mortes), Tilips (Tiliputi - 1 morte), Da Cas (Maria Eunice - 4 mortes), Tunes (Meuhomem - 2 mortes) e Marcos (Aranhomem - 3 mortes).

Eu achei interessante esse modo de jogo, E talvez fique interessante também dividir em times, separando por cores. Só que tinha gente que nunca tinha jogado, o que diminuiu o ritmo dos turnos. O Marcos, que controlava o Aranhomem, seguidamente consultava a respeito dos dados, pra saber qual dava range, dano, etc. Mas foi tranquilo, achei tri massa jogar assim.