Teve jogo esses dias aqui em casa, e jogamos coisas bem variadas. Quando chegou o Hammerfall, jogamos um Memoir 44. Escolhemos um cenário que parecia ser mais favorável aos aliados, porque todas as vezes que jogamos antes, os alemães tinham vencido.
No cenário escolhido, há mais tropas aliadas, mas elas possuem menos unidades (que são os pontos de vida). O objetivo é conquistar 4 medalhas (que são conseguidas destruindo uma tropa inimiga). Eu joguei com os aliados, e o primeiro turno nesse cenário é dos nazistas. De cara o Hammerfall já aniquilou uma tropa minha e ganhou a primeira medalha. Tive que recuar as tropas mais a frente, pra avançar todas juntas depois.
Consegui ir virando o jogo, e cheguei a fazer 3 a 1 em medalhas. Só que daí ele se entrincheirou fortemente, tanto que tinha lugares em que mesmo estando adjacente, eu atacava com 1 dado só, sendo que o normal seriam 3.
Durante 2 turnos perdi as chances de vencer por causa de péssimas rolagens de dado, e o Hammerfall usou o ataque aéreo pra destruir uma unidade quase destruída que tinha fugido pro canto do mapa, e venceu o jogo. Foi bem equilibrado, boa partida.
Com a chegada do restante do pessoal, jogamos Noremberc. É um euro interessante, onde temos que conseguir pontos de influências das diversas guildas presentes no jogo.
Cada jogador tem seus agentes, que determinam o número de ações que ele poderá executar na rodada. Os jogadores selecionam simultaneamente os locais onde irão executar alguma ação, e então são resolvidas em ordem.
Ao fazer sua ação, o jogador pode comprar, vender ou contratar alguém. O preço pra compra/venda é determinada pelo personagem posicionado mais a direita no turno, e isso vai mudando. Pode ser uma estratégia boa comprar vários itens baratos em um turno para vendê-los por bastante dinheiro depois. Comprar itens também é bom pra conseguir ter a maior influência na guilda no fim da rodada. E contratar alguém serve para puxar o personagem pra sua área de jogo, ficando lá até o fim da partida, podendo utilizar seus poderes especiais (caso tenha algum), além de alterar a ordem do turno, tornando-se o primeiro a jogar. Esse método de mudar a ordem deixa um jogo um pouco caótico, porque não tem como saber exatamente o que os outros jogadores vão fazer, e se tu se planejar pra fazer determinada coisa na última guilda, até lá tu pode ficar em último na ordem do turno e não conseguir fazer nada.
Eu demorei um pouco pra pegar a moral do jogo, e enquanto isso, fiquei comprando os pães que custavam 2 pra no próximo turno revender por 7, que seria o preço. Conseguir fazer isso e ganhei um monte de dinheiro! Não adiantou muito, porque no fim da partida eu deixei de ganhar pontos por coisas que eu não tinha entendido muito bem. A moral é ter a maior variedade de coisas, e não muito de uma só. A vitória foi pro Hammerfall, que tinha de tudo um pouco.
Depois jogamos Strasbourg, um jogo de leilão bem diferente, que eu joguei MUITO mal. O jogo é interessante, mas uma partida só dele é muito pouco pra dizer se gostei ou não.
Cada jogador tem um deck de cartas com números. Esses são valores pra utilizar nos leilões. A primeira coisa do turno é comprar quantas cartas quiser desse deck, e organizar em pilhas separadas, pra usar cada pilha em um leilão diferente no turno. Detalhe: as cartas não voltam, ou seja, quanto mais cartas usar, mais chance de ganhar os leilões no começo, mas no fim do jogo vai ficar sem ou com poucas cartas!
Pra cada leilão envolvendo uma das guildas, o vencedor posiciona um peão no marcador correspondente, recebe uma mercadoria e pode posicionar um personagem no mapa, pagando o valor. O único jeito de obter dinheiro é ganhando algum leilão da guilda dos mercadores, pra poder vender quantas mercadorias quiser.
Também ganha-se pontos pra cada personagem no mapa, pra cada personagem em um local que tenha catedral e pra cada personagem adjacente a uma construção especial (ganhando os pontos das construções, que são mais altos).
É lógico que eu me ferrei violentamente, joguei absurdamente mal. Gostaria de jogar mais vezes pra ver se eu não curti mesmo o jogo, se eu é que sou ruim nele ou se ele que é meio estranho mesmo!
E antes do pessoal ir embora, ressuscitamos uns jogos de carta, da linha dos party games baratos que saíram aqui no Brasil. Jogamos o Boggle Slam, que é uma desgraceira de ficar gritando as palavras e jogando as cartas, trocando as letras. O Patrick quebrou o jogo, sugerindo a palavra inicial "Chão" na segunda partida que jogamos. Foi uma dificuldade conseguir transformar isso em palavras diferentes...
Depois de muitas risadas partimos pro Pictureka, outro joguinho de carta bom pro agito. Nesse jogo saiu altas bobagens absurdas, dignas de partidas de Dixit!
E por hoje é só, pessoal!
terça-feira, 26 de julho de 2011
Cidades, mafiosos e zumbis!
Esses dias rolou jogo lá na casa do Marcos. Levei Citadels, que a gurizada já tinha jogado e curtido, e também Bootleggers e Mall of Horror.
A primeira partida que jogamos foi de Citadels, com vitória do Marcos. Depois partimos pra uma partida de Bootleggers, que começou meio bagunçada, jogando meio errado. A partida tava indo disputada, até o Máscu abrir o último boteco e juntar muito dinheiro vendendo e recebendo comissão lá. Ganhou o jogo fortemente. O Tunes terminou o jogo cheio de cartas na mão, não sacaneou ninguém, nem chantegeou, muito fair play.
O próximo jogo foi o Mall of Horror, e logo de cara, no primeiro turno, já perdi gente. O Marcos e o Máscu ficaram a partida inteira se dando itens, tavam muito namoradinhos. No fim das contas, no último turno perdi meu último personagem, e o Marcos ganhou com os 2 dele que ficaram vivos.
E por fim, valendo o último Sonho de Valsa da caixa, disputamos mais uma partida de Citadels. Dessa vez eu ganhei, mesmo ficando vários turnos morto ou sendo roubado no fim da partida. Consegui umas construções baratas pra fechar a cidade de uma vez e ganhar bônus.
E foi isso, relato rápido da jogatina, sem fotinhos dessa vez.
A primeira partida que jogamos foi de Citadels, com vitória do Marcos. Depois partimos pra uma partida de Bootleggers, que começou meio bagunçada, jogando meio errado. A partida tava indo disputada, até o Máscu abrir o último boteco e juntar muito dinheiro vendendo e recebendo comissão lá. Ganhou o jogo fortemente. O Tunes terminou o jogo cheio de cartas na mão, não sacaneou ninguém, nem chantegeou, muito fair play.
O próximo jogo foi o Mall of Horror, e logo de cara, no primeiro turno, já perdi gente. O Marcos e o Máscu ficaram a partida inteira se dando itens, tavam muito namoradinhos. No fim das contas, no último turno perdi meu último personagem, e o Marcos ganhou com os 2 dele que ficaram vivos.
E por fim, valendo o último Sonho de Valsa da caixa, disputamos mais uma partida de Citadels. Dessa vez eu ganhei, mesmo ficando vários turnos morto ou sendo roubado no fim da partida. Consegui umas construções baratas pra fechar a cidade de uma vez e ganhar bônus.
E foi isso, relato rápido da jogatina, sem fotinhos dessa vez.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
A Noite do Zumbi Irlandês
Parece nome de fime tosco, mas não é. Num domingo friozão reunimos uma gurizada pra comer um xis e celebrar a volta do Marcos da Irlanda, onde passou alguns meses. Boa parte do pessoal falseou por medo do mau tempo. Depois de comer, viemos aqui pra casa jogar alguma coisa. E foi pra mesa o Zombies!!!
Eu, Thiago Moura, Tilips e Marcos
No início, o Marcos agitou e foi matando muito. Acho que ele andou combatendo zumbis pela Europa... O Thiago foi alcançando e eu e o Tilips ficamos bem pra trás. Mas depois começou o agito das cartas, um sacaneando o outro fortemente, equilibrando um pouco a carnificina.
Marcos enfrentando uma galera no hospital
Durante toda a partida, ninguém morreu! Alguns chegaram BEM perto, inclusive eu, mas ninguém tombou.
Thiago Moura, o índio pele-vermelha com sua motosserra!
A partida tinha se encaminhado pra vitória por número de zumbis deitados, porque o heliporto apareceu bem longe, e tinha muito zumbi pra chegar até lá. O Thiago e o Marcos tavam na frente, e juntos em um lugar cheio de zumbis. O negócio foi sacanear, mudando os zumbis de lugar.
Assim consegui ganhar tempo e correr em direção ao helicóptero. A galera ficou toda pensando em como agitar pra eu não chegar lá, só que atingi o objetivo de matar os zumbis quando tava chegando no heliporto!
Quase fim da partida. Eu sou o carinha preto lá no canto de cima (aumentando a foto dá pra ver)
No início, o Marcos agitou e foi matando muito. Acho que ele andou combatendo zumbis pela Europa... O Thiago foi alcançando e eu e o Tilips ficamos bem pra trás. Mas depois começou o agito das cartas, um sacaneando o outro fortemente, equilibrando um pouco a carnificina.
Durante toda a partida, ninguém morreu! Alguns chegaram BEM perto, inclusive eu, mas ninguém tombou.
A partida tinha se encaminhado pra vitória por número de zumbis deitados, porque o heliporto apareceu bem longe, e tinha muito zumbi pra chegar até lá. O Thiago e o Marcos tavam na frente, e juntos em um lugar cheio de zumbis. O negócio foi sacanear, mudando os zumbis de lugar.
Assim consegui ganhar tempo e correr em direção ao helicóptero. A galera ficou toda pensando em como agitar pra eu não chegar lá, só que atingi o objetivo de matar os zumbis quando tava chegando no heliporto!
Assinar:
Postagens (Atom)